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	<title>exposição &#8211; Adriana de Barros</title>
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	<description>Jornalista - Rolezeira</description>
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	<title>exposição &#8211; Adriana de Barros</title>
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		<title>Mostra une projeções digitais e meio ambiente no Horto Florestal, em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 21:14:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
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					<description><![CDATA[O Horto Florestal, na Zona Norte de São Paulo, recebe a mostra “Vivacidade: arte, cidade e meio ambiente”, a partir de 21 de maio, com entrada gratuita]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="563" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-Espaco-_-Horto-Florestal-3.png" alt="" class="wp-image-1187" style="aspect-ratio:1;width:730px;height:auto" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-Espaco-_-Horto-Florestal-3.png 1000w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-Espaco-_-Horto-Florestal-3-300x169.png 300w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-Espaco-_-Horto-Florestal-3-768x432.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><br>O Horto Florestal, na Zona Norte de São Paulo, recebe a mostra “Vivacidade: arte, cidade e meio ambiente”. A partir do próximo dia 21 de maio, instalações interativas e generativas, além de obras audiovisuais que criam narrativas socioambientais estarão expostos no local, estimulando experiências coletivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As obras de arte digital que ampliam o olhar crítico sobre os impactos da vida urbana nos ecossistemas naturais estarão espalhadas pelo parque, composto por Mata Atlântica, com temas como a impermanência da vida, os elementos da natureza e sobre como a humanidade faz parte do ecossistema natural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com curadoria de Marília Pasculli, da Verve Cultural, o projeto propõe um diálogo entre arte, sociedade, tecnologia e meio ambiente. Além da mostra no Horto, que celebra 130 anos em 2026, esta 3ª edição da “Vivacidade” contará ainda com os eventos complementares abaixo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre 15 e 16 de maio, as obras de arte digital, que irão para o Horto posteriormente, estarão expostas na Plano Studio Galeria, na Barra Funda, com DJ e VJ sets e uma performance audiovisual.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conheça as obras de arte digital:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ElementAIs</strong> (2026)<br>Artista: Marlus Araújo</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="536" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-5-1024x536.png" alt="" class="wp-image-1183" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-5-1024x536.png 1024w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-5-300x157.png 300w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-5-768x402.png 768w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-5.png 1413w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Instalação interativa que traduz os cinco elementos da natureza em alucinações visuais. ElementAIs simula o crescimento e o movimento de organismos como fungos, plantas e répteis da Mata Atlântica na região do Parque Horto Florestal, criando padrões generativos que respondem em tempo real aos gestos das mãos dos visitantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra combina sensor de movimento com o sistema de <em>reaction-diffusion</em> (RD), uma inteligência artificial que atua como um “motor biológico”, gerando imagens contínuas a partir de padrões celulares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo em que oferece uma experiência sensorial imersiva, a instalação convida à contemplação crítica da biodiversidade&nbsp; diante da rápida expansão das áreas urbanas e do colapso climático.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://drive.google.com/file/d/1VdF0vZg5ljDJT7RjftlaNTnJl7qFhzoX/view?usp=sharing" target="_blank" rel="noopener">Link demo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Terramorfose</strong> (2026)<br>Artista: Vini Fabretti<br><img decoding="async" src="blob:https://adrianadebarros.com.br/31164962-1e34-429a-9f09-7a76fbfdaf07" width="602" height="305"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra convida o participante a colocar cabeça e ombros dentro da escultura e, a partir desse interior prismático, o espectador não é mais apenas observador: torna-se elemento ativo de uma ecologia ampliada. Este prisma hexagonal nos faz um convite urgente: entender o mundo por meio de uma cosmovisão, diferente do habitual modo de vida contemporâneo. É como metáfora sensorial: ao nos vermos multiplicados entre folhas, asas, caules e células microscópicas, lembramos que não estamos à parte da natureza, mas imersos nela.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Natureza do Movimento</strong> (2024)&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Artista: Chebel</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong></strong>Obra audiovisual que funciona como uma meditação poética sobre a impermanência. A combinação de animação e arte generativa explora os ritmos sutis da transformação e a beleza efêmera do mundo natural. Seu percurso revela como cada vida carrega em si a potência de nascer, se dissolver e renascer em outra. As formas surgem, se dissolvem e se transformam continuamente, evocando ciclos de vida, tempo e movimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=144IRpObrPQ&amp;list=PLHR6EfHbeFuBSIO3VQ5JcW7mUAGb0HagO&amp;index=8" target="_blank" rel="noopener">Link demo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem salvará nossos deuses? </strong>(2026)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Artista: Chico Abreu</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="525" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-4-1024x525.png" alt="" class="wp-image-1182" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-4-1024x525.png 1024w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-4-300x154.png 300w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-4-768x393.png 768w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-4.png 1386w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A obra audiovisual conduz o espectador por monumentos e santuários de diversas culturas: pirâmides astecas, santuários budistas, o Cristo Redentor, templos greco‑romanos… Todos submersos no oceano, dentro de um contexto pós‑apocalíptico em que a humanidade foi extinta e o planeta tornou‑se um arquivo líquido de memórias culturais. O artista convida a imaginar um futuro em que a ação humana desencadeou mudanças climáticas irreversíveis e enfatiza que a responsabilidade é coletiva e transnacional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://vimeo.com/1105301658?share=copy&amp;fl=sv&amp;fe=ci" target="_blank" rel="noopener">Link demo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conheça a obra visual:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Maré Morta </strong>(2025)<br>Artista: GYULYIA</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="743" height="415" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-3.png" alt="" class="wp-image-1181" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-3.png 743w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image-3-300x168.png 300w" sizes="(max-width: 743px) 100vw, 743px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Maré Morta” é uma vídeo-instalação que transforma dados científicos sobre espécies marinhas ameaçadas em paisagens audiovisuais. Em dois atos, combina arte generativa, animação 2D/3D e Unreal Engine para narrar o colapso dos oceanos. Cada partícula representa uma vida em risco, enquanto criaturas 3D atravessam um mar belo e instável, cortado por glitches que expõem o extrativismo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra convoca o público a sentir responsabilidade ecológica compartilhada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1w_CFp1--7Xc3LnXgbk8RL2I2dNEF0u--?usp=sharing" target="_blank" rel="noopener">Link demo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mimosa Pudica </strong>&nbsp;(2025)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Artista: Henrique Vaz</p>





<p class="wp-block-paragraph">Partindo da planta Mimosa e sua capacidade de memória, o vídeo explora sistemas sensíveis não humanos por meio de simulações visuais e síntese sonora. A obra tensiona as fronteiras entre natureza e tecnologia, propondo uma leitura da cidade como ecossistema híbrido, onde processos invisíveis de adaptação, resposta e convivência emergem continuamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://drive.google.com/file/d/1Dm_7BYywSMNyLJm1LnLq8vKnj0rolYmt/view" target="_blank" rel="noopener">Link demo</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que nos conecta e&nbsp; o que nos separa?</strong> (2026)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Artista: Via</p>





<p class="wp-block-paragraph">Vivemos hoje em uma realidade profundamente mediada por tecnologias digitais, em que a conexão assume múltiplos significados. Ao mesmo tempo em que estamos constantemente ligados por redes, fluxos de dados e imagens, também experienciamos formas profundas de separação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra &nbsp;investiga o paradoxo entre conexão e separação na era digital, por meio da obra exposta em tela de LED em meio ao parque Horto Florestal. Ao contrapor o fluxo orgânico do parque com a presença luminosa do pixel, a obra transforma fragmentos íntimos da artista em portais que tensionam presença e ausência, proximidade e distância entre o físico e o digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tela deixa de ser mero suporte e assume o papel de dispositivo que simultaneamente une e divide, convidando o público a atravessar camadas invisíveis da realidade contemporânea. Nessa sobreposição de corpos, paisagens e tecnologias, a peça sugere um fluxo contínuo que conecta todas as coisas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1X11-h-utk7O2VWzPN3nwCxsM14yHOe_b" target="_blank" rel="noopener">Link demo.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviço:</strong><br><strong>“Vivacidade: arte, cidade e meio ambiente” &#8211; mostra expositiva no Horto Florestal</strong><br>Quando: 21 de maio a 04 de junho de 2026, das 9h às 18h<br>Onde: Horto Florestal (<em>Parque Estadual Alberto Löfgren) &#8211;</em> Rua do Horto, 931 &#8211; Horto Florestal, São Paulo<br>Entrada gratuita</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Vivacidade: arte, cidade e meio ambiente” &#8211; pré-estreia</strong><br>Datas e horários: <br>15 de maio (sexta) das 18h às 23h<br>16 de maio (sábado) das 13h às 19h<br>Onde: Plano Studio Galeria &#8211; Rua Dr. Sérgio Meira, 60 &#8211; Barra Funda, São Paulo &#8211; SP <br>Entrada gratuita</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SOBRE A VIVACIDADE</strong><br>O projeto Vivacidade foi realizado pela primeira vez em 2013 e, desde então, realiza exposições coletivas de artes digitais em parques e espaços públicos da cidade de São Paulo, como o Parque Burle Marx e a fachada do edifício Fiesp. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As obras, de artistas e coletivos, usam programação, mídias digitais e interatividade como suporte para conduzir trabalhos que dialogam com narrativas socioambientais. A cidade é tela, a natureza é inspiração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mostras Vivacidade atuam como um organismo vivo e mutável, que&nbsp; aborda a relação entre as pessoas, a vida nos centros urbanos e o impacto no mundo natural, provocando questionamentos sobre a qualidade do ar e das águas, as mudanças climáticas e a importância da vida não humana.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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