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	<title>música &#8211; Adriana de Barros</title>
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	<description>Jornalista - Rolezeira</description>
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	<title>música &#8211; Adriana de Barros</title>
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		<title>Peter Hook &#038; The Light anuncia show em São Paulo para 2027 com clássicos do Joy Division</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 14:55:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música e shows]]></category>
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					<description><![CDATA[Ingressos começam a ser vendidos nesta sexta (18)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Peter-Hook-6-Credit-Jason-Mooney-819x1024.jpg" alt="Crédito: Jason Mooney
Foto: Divulgação / Peter Hook &amp; The Light" style="aspect-ratio:0.7998135298441899;width:345px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crédito: Jason Mooney</strong><br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O lendário baixista e cofundador do Joy Division e New Order retorna à capital paulista para um show especial. Peter Hook &amp; The Light toca na íntegra os icônicos álbuns Unknown Pleasures e Closer na apresentação marcada para 9 de março de 2027, na Audio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vendas dos ingressos abrem nesta sexta-feira (18), às 11h, pela <a href="http://www.ticket360.com.br" data-type="link" data-id="http://www.ticket360.com.br" target="_blank" rel="noopener">Ticket360</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa turnê Peter Hook &amp; The Light &#8211; Unknown Pleasures &amp; Closer já passou pela Holanda, Alemanha, Polônia, República Tcheca, Áustria, Croácia, Eslovênia e Bélgica, Austrália e Nova Zelândia, além de 24 datas pelos EUA e Canadá. E segue entre novembro e dezembro de 2027 pelo Reino Unido e pela Irlanda, num total de quase mais 20 shows.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Unknown Pleasures foi lançado em 1979 e sucedido por Closer em 1980, este último teve suas gravações concluídas pouco antes do falecimento de Ian Curtis e foi apresentado logo em seguida. Desde então, os álbuns entraram para a história da música e figuram regularmente no topo das listas de &#8220;Melhores Álbuns de Todos os Tempos&#8221;, tanto na opinião da crítica quanto do público. Eles deram início a um legado que não perde a força, marcado por uma identidade visual que inspirou inúmeras camisetas e por uma produção de Martin Hannett que soa tão precisa e vanguardista hoje quanto na época de seu lançamento; além disso, ambos os álbuns continuam exercendo influência constante sobre praticamente todas as bandas de destaque das últimas quatro décadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como membro fundador tanto do Joy Division quanto do New Order, Peter Hook foi recentemente incluído no prestigiado Rock &amp; Roll Hall of Fame para a turma de 2026, por meio de votação dos fãs de ambas as bandas. Uma cerimônia de premiação será realizada em Los Angeles, em novembro deste ano, para marcar a ocasião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Peter Hook revisitou pela primeira vez o álbum seminal do Joy Division, Unknown Pleasures, em maio de 2010, para um show beneficente comemorativo; desde então, tem dado continuidade a essa iniciativa a cada ano, apresentando os álbuns seguintes do repertório de suas bandas, Joy Division e New Order. Essa dedicação ao seu catálogo já o levou a percorrer obras como Unknow Pleasures, Closer, Still, Movement, Power, Corruption &amp; Lies, Low-Life, Brotherhood, Technique e Republic e os discos Substance e Get Ready. Após realizar extensas turnês com cada um desses álbuns, a banda já acumula um total que se aproxima de 1 mil apresentações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os muitos destaques desde que Peter Hook representou seu repertório a uma legião de públicos ao redor do mundo estão as apresentações em festivais como Benicassim, Primavera Sound, Bestival, Kendal Calling, Victorious, Latitude e Rebellion, além de extensas turnês pela Europa, Reino Unido, China, Japão, Américas do Norte e do Sul, Austrália e Nova Zelândia, recebendo grande aclamação de fãs e crítica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviço</strong><br><strong>Show Peter Hook &amp; The Light &#8211; Tocando “Unknown Pleasures” &amp; “Closer”do Joy Division</strong><br><strong>Quando:</strong> 9 de março de 2027 &#8211; terça-feira<br><strong>Onde:</strong> Audio &#8211; Avenida Francisco Matarazzo, 694 &#8211; Água Branca, São Paulo &#8211; SP.<br><strong>Vendas: </strong><a href="http://www.ticket360.com.br" target="_blank" rel="noopener">www.ticket360.com.br</a> &#8211; a partir do dia 18 de setembro de 2026</p>
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		<title>Com Melvins, Osees e atrações nacionais, festival Levitation estreia no Brasil</title>
		<link>https://adrianadebarros.com.br/2026/08/18/com-melvins-osees-e-atracoes-nacionais-festival-levitation-estreia-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 02:23:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música e shows]]></category>
		<category><![CDATA[Rolês]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento acontece em janeiro de 2027, no Komplexo Tempo, em São Paulo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/MELVINS-1024x683.jpg" alt="Imagem atual: MELVINS" style="aspect-ratio:1.499330655957162;width:755px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nascido em Austin, no Texas (EUA), o festival Levitation ganha a primeira edição brasileira. O evento está marcado para 23 de janeiro de 2027, no Komplexo Tempo, em São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na noite desta segunda-feira (17), André Barcinski e Leandro Carbonato, da produtora Maraty, reuniram a imprensa para revelar as novidades e confirmar o lineup oficial do festival. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Encabeçando a programação internacional, o lendário Melvins retorna ao Brasil após 17 anos como uma das atrações mais aguardadas. Formado em 1983 sob a liderança de Buzz Osborne, e acompanhado pelo baterista Dale Crover, o grupo é fundamental na história da música extrema por desacelerar o hardcore com riffs densos e afinados em graves pesados, ajudando a fundar o sludge metal e servindo de inspiração direta para Kurt Cobain e a cena grunge de Seattle. O Osees, comandado por John Dwyer, desembarca com sua reconhecida máquina de som ao vivo movida por duas baterias. Transitando por garage punk, krautrock e arranjos psicodélicos, o grupo apresenta faixas do recente álbum OFF COURSE (2026) e conta com a participação especial da vocalista e tecladista Brigid Dawson.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-23.10.33-2-1024x768.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026 08 17 at 23.10.33" class="wp-image-1701" style="width:560px;height:auto" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-23.10.33-2-1024x768.jpeg 1024w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-23.10.33-2-300x225.jpeg 300w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-23.10.33-2-768x576.jpeg 768w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-23.10.33-2.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Leandro Carbonato, André Barcinski e Letícia Pettená em coletiva</figcaption></figure>
</div>




<p class="wp-block-paragraph">Completando o time de fora, o trio japonês Boris celebra os 20 anos de seu aclamado disco Pink ao mesmo tempo em que resgata clássicos da trilogia Heavy Rocks. A banda de Tóquio, que curiosamente tirou seu nome de uma faixa do próprio Melvins, é famosa por alternar entre o doom metal arrastado, shoegaze e sonoridades experimentais com volume máximo. Já os californianos do Frankie and the Witch Fingers trazem o frescor e a urgência da nova psicodelia norte-americana. Misturando proto-punk, surf music, new wave e elementos industriais, o quinteto apresenta o repertório ácido do elogiado álbum Trash Classic (2025).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A força do underground brasileiro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O lado nacional do festival traz quatro projetos de forte apelo autoral e prestígio crítico. O trio instrumental paulistano Ema Stoned aplica seu &#8220;rock digressivo&#8221; focado em jams psicodélicas, mantendo a bagagem da recente parceria com Edgard Scandurra (Ira!). Já a Bike, vinda de São José dos Campos e com extensa rodagem internacional, leva ao palco as faixas do disco Noise Meditations (2025), trabalho que figurou na lista da APCA com sua mistura única de krautrock, Tropicália e repetição motorik.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fechando o lineup, o Test mostra por que é um dos duos mais respeitados do metal extremo mundial. Formado por João Kombi e Barata, a dupla leva para o palco a mesma estética ruidosa de deathgrind que os levou a fazer mais de mil shows por 30 países. Por fim, o sexteto Bufo Borealis completa a experiência com uma fusão energética de jazz-funk, hip-hop e psicodelia, consolidando o repertório autoral do álbum Natureza (2025) e provando a diversidade sonora da edição de estreia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E as novidades não acabam aqui. Barcinski adiantou que mais nomes devem figurar na escalação completa em breve.<br><br><em>Serviço</em><br><strong>Levitation Brasil</strong><br><strong>Atrações: Melvins, Osees, Boris, Frankie and the Witch Fingers, Test, Bike, Ema Stoned e Bufo Borealis</strong><br><strong>Quando: </strong>Sábado, 23 de janeiro de 2027<br><strong>Onde: </strong>Komplexo Tempo &#8211; Avenida Henry Ford, 511, Parque da Mooca, São Paulo<br><strong>Inf:</strong> <a href="https://www.levitationbrasil.com" target="_blank" rel="noopener">https://www.levitationbrasil.com</a><br>Venda: a partir de 19 de agosto na Fastix &#8211; <a href="https://fastix.com.br/events/levitation-brasil" target="_blank" rel="noopener">https://fastix.com.br/events/levitation-brasil</a><br>Ingressos físicos sem taxa: Loja 255 da Galeria do Rock (R. 24 de Maio 62, Centro)</p>



<figure class="wp-block-embed"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://fastix.com.br/events/levitation-brasil
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Abramus reúne artistas para Camp de Reggae em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 15:00:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[ABRAMUS]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontro entre grandes nomes e novas promessas do reggae rende composições inéditas e fortalece a criação coletiva]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/CampReggae_Abramus_Foto-Renato-Henrique-Correia-2-2-1-1024x769.jpeg" alt="Imagem atual: CampReggae Abramus Foto Renato Henrique Correia (2) (2) (1)"/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>Crédito: Renato Henrique Correia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando mentes criativas se reúnem por um propósito comum, a música flui de um jeito diferente. Na última quarta-feira (12), a Abramus (Associação Brasileira de Música e Artes) reuniu artistas, compositores e produtores em um <em>Camp</em> de Reggae, promovendo uma imersão intensa de ritmo, mensagem e colaboração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nomes como Marcelo Mira (Alma D&#8217;Jem), Henrique Portugal (Skank), Layla Arruda, Marina Peralta, Da Ghama (Cidade Negra), Binho Ribeiro, Julies, Pedro Beydoun e diversos outros talentos passaram a tarde no El Prat Estúdio, no Morumbi, zona sul da capital paulista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro gerou composições inéditas apresentadas em uma audição exclusiva para profissionais do mercado e grandes nomes da cena, como Rael e Tales De Polli (Maneva). E a reação não poderia ter sido melhor. Ao escutarem as faixas, os artistas celebraram o resultado dançando, cantando e transmitindo toda a energia do reggae aos presentes. Uma noite super agradável para quem ama música.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como funciona um <em>songwriting camp</em>?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem nunca viveu essa experiência, o <em>songwriting camp</em> é uma verdadeira maratona de criação. Os profissionais se dividem em pequenos grupos por diferentes salas do estúdio para criar canções inéditas do zero em poucas horas. Em tempo real, letristas, instrumentistas e produtores somam ideias e cuidam de cada detalhe, da primeira rima à gravação da guia final.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse formato tem sintonia natural com o reggae, gênero movido pelo coletivo, pela mensagem e pelo <em>groove</em>. No Camp da Abramus, a bagagem de nomes consagrados se somou ao frescor de novos talentos, conectando o <em>roots</em> tradicional a vertentes como <em>dub</em>, <em>dancehall</em> e <em>afrobeat</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da efervescência artística, o encontro destacou a relevância da gestão de direitos autorais, garantindo a proteção e o devido reconhecimento ao trabalho dos criadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A verdadeira magia dos <em>camps</em> é presenciar o nascimento de canções com potencial de ganhar o mundo. Mais do que gerar um novo catálogo, iniciativas como essa oxigenam a cena, abrem portas para o mercado de sincronização e fortalecem os laços da comunidade musical.<br><br>O saldo desse encontro vai muito além das faixas gravadas no El Prat. Fica a certeza de que a cena do reggae tupiniquim segue pulsante, plural e em constante renovação. Ao unir o respeito às origens com a busca pelo novo, o <em>Camp </em>da Abramus celebra o presente e pavimenta o futuro da criação musical no Brasil, provando que a verdadeira essência da música está na partilha.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Abramus realiza camp de reggae" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/855huBbWbv0?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Asfixia Social, Devotos e No Rest anunciam turnê histórica pelo Sul e Sudeste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 14:57:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Encontro marca a força do punk hardcore autoral brasileiro reunindo referências de São Paulo, Pernambuco e Rio Grande do Sul ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/asfixia_devotos_norest-1024x563.jpg" alt="Imagem atual: asfixia devotos norest" style="aspect-ratio:1.8188584768413574;width:658px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O underground brasileiro se prepara para um dos encontros mais potentes da música independente em 2026. Três gerações do punk hardcore e da música de protesto autoral sobem juntas aos palcos em uma turnê conjunta que percorrerá os estados do Paraná e de São Paulo entre os dias 13 e 16 de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A união conecta a sonoridade urbana e contestadora da paulistana Asfixia Social, a história e a representatividade do Devotos (PE) e a força antifascista do No Rest (RS).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Peso das Atrações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Asfixia Social (SP): </strong>Diretamente de São Paulo, o quinteto mistura punk rock, ska, rap, hardcore e ritmos regionais. Embalados pelo aclamado álbum &#8220;Mess Bigger&#8221; e pelo registro do DVD &#8220;Ao Vivo em Berlim&#8221;, o show serve também como esquenta para a quinta turnê europeia da banda, marcada para outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Devotos (PE):</strong> Nascido no Alto José do Pinho, em Recife, o trio é uma verdadeira instituição do punk hardcore latino-americano. Com mais de três décadas de estrada, a banda é pioneira em fundir a agressividade do estilo à consciência social e às raízes nordestinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>No Rest (RS): </strong>Na estrada desde 1989 em Porto Alegre, o grupo mescla crust, punk e metal. Liderada pelos vocais marcantes de Aline Rodrigues, a banda é referência de engajamento político, antifascismo e feminismo no underground nacional e internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Datas e Itinerário</strong><br>A turnê conta com convidados especiais em datas selecionadas, incluindo Os Replicantes, Degeneração, Zepelim e o Sopro do Cão, Bong Brigade e Killah.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>AGENDA DE SHOWS</strong><br>13.AGO | Curitiba / PR – Basement Cultural (@basementcultural)<br>14.AGO | São Paulo / SP – Red Star Studios (@redstar.audio)<br>15.AGO | Sorocaba / SP – Asteroid Bar (@asteroid_bar)<br>16.AGO | Campinas / SP – Blacaman (@blacaman.oficial)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Asfixia Social lança DVD gravado ao vivo no lendário Schokoladen, em Berlim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:11:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Crédito: Luís Lopes Após o marcante lançamento do álbum &#8220;Mess Bigger&#8221;, a banda paulistana Asfixia Social consolida mais uma etapa importante de sua trajetória com o lançamento do seu novo DVD gravado no lendário espaço cultural Schokoladen, em Berlim. Capturado ao vivo em 9 de julho de 2025, o registro marca o pontapé inicial da 4ª turnê europeia do grupo. O trabalho une a energia contestadora do punk, ska, rap e ritmos brasileiros à atmosfera de um dos espaços culturais mais emblemáticos do underground mundial. Segundo o vocalista Kaneda, tocar na Schokoladen é especial demais. “Um lugar clássico, a casa cheia, gente de todo lugar do mundo reverenciando a cultura de rua. Isso aqui é resistência pura”. Localizado na Ackerstraße, no bairro de Mitte, o prédio do Schokoladen foi originalmente uma fábrica de chocolates no início do século XX. Após a queda do Muro de Berlim em 1990, artistas e ativistas ocuparam o espaço, transformando-o em um centro cultural autogerido dedicado à música independente, literatura, teatro e ações sociais. Funcionando como uma associação sem fins lucrativos administrada por voluntários, o Schokoladen tornou-se símbolo da resistência contra a gentrificação e a especulação imobiliária em Mitte. A preservação do espaço foi consolidada em 2012 por meio de um acordo com a Fundação Edith Maryon e a cidade de Berlim. Conhecido como rito de passagem para turnês independentes na Europa, o palco do Schokoladen já recebeu bandas como Fontaines D.C. e Future Islands antes da fama global, além de shows intimistas de ícones locais como o Beatsteaks.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="602" height="316" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/asfixia.jpg" alt="asfixia" class="wp-image-1653" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/asfixia.jpg 602w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/asfixia-300x157.jpg 300w" sizes="(max-width: 602px) 100vw, 602px" /></figure>
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>Crédito: Luís Lopes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o marcante lançamento do álbum &#8220;Mess Bigger&#8221;, a banda paulistana Asfixia Social consolida mais uma etapa importante de sua trajetória com o lançamento do seu novo DVD gravado no lendário espaço cultural Schokoladen, em Berlim. Capturado ao vivo em 9 de julho de 2025, o registro marca o pontapé inicial da 4ª turnê europeia do grupo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho une a energia contestadora do punk, ska, rap e ritmos brasileiros à atmosfera de um dos espaços culturais mais emblemáticos do underground mundial. Segundo o vocalista Kaneda, tocar na Schokoladen é especial demais. “Um lugar clássico, a casa cheia, gente de todo lugar do mundo reverenciando a cultura de rua. Isso aqui é resistência pura”.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ASFIXIA SOCIAL - LIVE IN BERLIN AT SCHOKOLADEN [FULL SET]" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/2wGtaZU8GDc?start=2458&#038;feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Localizado na <em>Ackerstraße</em>, no bairro de Mitte, o prédio do Schokoladen foi originalmente uma fábrica de chocolates no início do século XX. Após a queda do Muro de Berlim em 1990, artistas e ativistas ocuparam o espaço, transformando-o em um centro cultural autogerido dedicado à música independente, literatura, teatro e ações sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Funcionando como uma associação sem fins lucrativos administrada por voluntários, o Schokoladen tornou-se símbolo da resistência contra a gentrificação e a especulação imobiliária em Mitte. A preservação do espaço foi consolidada em 2012 por meio de um acordo com a Fundação Edith Maryon e a cidade de Berlim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecido como rito de passagem para turnês independentes na Europa, o palco do Schokoladen já recebeu bandas como Fontaines D.C. e Future Islands antes da fama global, além de shows intimistas de ícones locais como o Beatsteaks.</p>



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		<title>Como Manuela Navas transformou telas íntimas em projeções para o show &#8220;O Grande Encontro do Samba&#8221;</title>
		<link>https://adrianadebarros.com.br/2026/07/17/como-manuela-navas-transformou-telas-intimas-em-projecoes-gigantes-para-o-show-o-grande-encontro-do-samba-com-alcione-zeca-pagodinho-e-jorge-aragao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 20:57:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Música e shows]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast e entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>
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					<description><![CDATA[Artista também é responsável por imagens de importantes livros da literatura nacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/IMG_1470-1-874x1024.jpg" alt="" style="aspect-ratio:0.8535230051122472;width:542px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><br>A obra de Manuela Navas está presente nas projeções do show “<em>O Maior Encontro do Samba”</em>, que reúne Alcione, Zeca Pagodinho e Jorge Aragão. A artista transita com naturalidade entre as artes plásticas, a música e a literatura nacional. Com passagens por exposições de destaque no circuito nacional e internacional, além de parcerias com nomes como Marcelo D2 e o escritor Itamar Vieira Junior, a pesquisa da artista visual investiga como memórias individuais se transformam em herança coletiva. Em entrevista, ela pontua os desafios de levar a pintura para a escala dos grandes estádios e debate os rótulos frequentemente atribuídos à produção de mulheres negras nas artes visuais. Leia na íntegra a entrevista exclusiva com a artista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Recentemente, o seu trabalho ganhou uma escala monumental e uma conexão direta com a música popular brasileira ao assinar as projeções visuais do show <em>O Maior Encontro do Samba</em>, que reuniu no palco Alcione, Zeca Pagodinho e Jorge Aragão. Como aconteceu o convite e qual foi a sensação de ver suas pinturas ganhando proporções gigantescas ao lado dessas três lendas da música brasileira?</strong><br>Manuela Navas: Recebi o convite este ano do queridíssimo Batman Zavarese, com quem já havia trabalhado anteriormente na cenografia do show Zeca Pagodinho 40 Anos e também no projeto da Aliança Global, festival do G20 sediado no Rio de Janeiro. Voltar a colaborar com ele foi uma honra imensa. Além disso, integrar uma equipe tão talentosa, ao lado de artistas que admiro, como Bea Machado, Yan e tantos outros profissionais brilhantes, tornou essa experiência ainda mais especial. Estar ao lado de Alcione, Zeca Pagodinho e Jorge Aragão é algo que ultrapassa qualquer sonho que eu poderia ter. São artistas que escuto desde a infância, que fazem parte da minha formação como brasileira e que, de muitas maneiras, também me ensinaram a olhar para o mundo. A música deles atravessa a minha história e a de tantas pessoas no Brasil. Ver minhas pinturas ganhando essa escala e dialogando com a música deles foi emocionante. Meu trabalho em sua maioria parte da imagem, mas ele também nasce do ritmo e da memória, então quando essas pinturas passam a ocupar um palco dessa dimensão, com todo o olhar do Batman por trás, conversando também com as músicas dos gigantes Alcione, Zeca Pagodinho e Jorge Aragão, é como se tudo tomasse outra forma de um forma muito bonita.  Contribuir visualmente para um espetáculo que reúne três das maiores referências do samba brasileiro foi uma alegria difícil de colocar em palavras.<br><br><strong>A música de Zeca, Alcione e Jorge Aragão narra a vida, o amor, a boemia e o cotidiano do subúrbio e das periferias, temas muito fortes na sua identidade visual. Como foi o processo criativo para traduzir as músicas deles em imagens? Você criou obras inéditas para o show ou adaptou algo do seu acervo?</strong><br>Todas as imagens utilizadas na cenografia eram obras que já faziam parte da minha produção. Eu não criei pinturas inéditas especificamente para o espetáculo, e isso foi muito bonito de perceber, porque revelou que já existia um diálogo natural entre o meu trabalho e o universo da Alcione, Zeca Pagodinho e Jorge Aragão. Embora seja muito comum associar minha produção à representação da periferia e toda a caixa que me colocam, por ser uma mulher negra, que cresceu em lugares à margem e etc, penso que o que venho fazendo até aqui, com meu trabalho é, antes de tudo, sobre memória. É claro que eu pinto a partir de quem eu sou, de onde eu vim e dos territórios que me constituíram. Essas experiências atravessam inevitavelmente as imagens. Mas meu interesse está menos em retratar um lugar específico e mais em investigar como as memórias individuais se tornam memórias coletivas. Acho que é justamente aí que meu trabalho encontra a obra dos três. As músicas falam de amor, amizade, cotidiano, festas, perdas, encontros e da vida coletivizada. São narrativas profundamente enraizadas na experiência brasileira e, ao mesmo tempo, capazes de despertar lembranças muito íntimas em cada pessoa. Nós viemos de contextos diferentes, pertencemos a gerações diferentes, mas existe um fio comum que atravessa essas histórias. Talvez esse fio seja justamente a memória, a afetividade e a forma como transformamos nossas vivências em linguagem. Foi muito emocionante perceber que minhas pinturas já carregavam esse diálogo antes mesmo de estarem naquele palco.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diferente da pintura estática na tela ou no papelão, o cenário de um grande show envolve movimento, luzes e o ritmo da música. Quais foram os maiores desafios técnicos e artísticos para fazer a sua pintura dialogar com a dinâmica do palco de um show de estádio/arena?</strong><br>Essa é uma pergunta que passa muito pelo trabalho do Batman Zavarese, que foi o grande artista responsável pela concepção visual do espetáculo. É ele quem pensa como as imagens, a iluminação, a música e o tempo de cada canção se encontram para construir a experiência cênica. Existe um trabalho de direção muito sofisticado por trás disso. No meu caso, a contribuição foi oferecer um conjunto de imagens que carregam uma potência narrativa e simbólica. A forma como essas pinturas passaram a ganhar movimento, dialogar com a luz e acompanhar o ritmo do show foi resultado desse olhar sensível da direção e de toda a equipe. Acho que o mais bonito dessa experiência foi perceber como uma pintura, que normalmente nasce para um tempo mais contemplativo, pode adquirir uma nova vida quando encontra a música. No palco, ela deixa de ser apenas uma imagem fixa e passa a existir como parte de um espetáculo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Trabalhar com música não é uma novidade para você. Você já fez parte da ocupação <em>IBORU</em>, de Marcelo D2, e em 2024 teve obras suas como parte do cenário da turnê de <em>40 anos</em> do Zeca Pagodinho. De que forma sua pesquisa visual acabou se conectando de maneira tão forte com o universo do samba e da música urbana?</strong><br>Eu acho que essa conexão acontece porque o samba nasce de uma experiência coletiva, de um modo de existir coletivamente no Brasil. E sinto que o meu trabalho também parte muito desse lugar. Para além de todas as questões que atravessam a minha pesquisa, eu penso muito sobre o coletivo. Penso no que é existir como uma mulher negra, mas não apenas dentro da ideia de comunidade enquanto território periférico. Falo da coletividade como aquilo que nos constitui enquanto povo. Eu me pergunto o que era existir para a minha mãe, para a minha avó, para quem me precedeu. O que significava viver naquele contexto? E tudo o que compõe essa experiência acaba aparecendo na pintura: os símbolos, as memórias, e consequentemente algumas das imagens que conectam outras pessoas. Quando colaboro com o Marcelo D2, em “Iboru”, que propõe essa ideia de um novo samba tradicional, quando faço parte da turnê de 40 anos do Zeca Pagodinho, que reúne a produção de toda uma vida, e agora de “O Maior Encontro do Samba”, acredito que existe justamente esse elo em comum. Mesmo sendo artistas de gerações diferentes e com trajetórias distintas, há um interesse compartilhado em pensar essas narrativas e trazer diferentes perspectivas sobre o que é existir no Brasil. No fundo, é também uma forma de coletivizar a memória. De tentar contar, cada um à sua maneira, um pouco do que é ser brasileiro. Claro, sempre a partir de um microcosmo, de um recorte específico, mas entendendo que essas pequenas histórias podem revelar algo maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ainda no campo da música, você assinou as pinturas do álbum <em>“Pelos olhos do mar – Lia &amp; Daúde”</em>. Como foi criar a identidade visual para o encontro dessas duas potências da música e o que você buscou transmitir nas telas para refletir a sonoridade desse disco?<br></strong>Nesse projeto, eu assinei as pinturas que compõem a identidade visual do álbum, enquanto o design ficou a cargo do Alexandre Caldeira, que fez um trabalho impecável ao construir esse diálogo entre as obras e a música. As pinturas utilizadas já faziam parte da minha produção. Eu não criei imagens inéditas para o álbum, mas foi muito bonito perceber como elas encontraram uma conversa tão natural com Pelos Olhos do Mar. Acho que esse encontro aconteceu justamente porque tanto a minha pesquisa quanto o trabalho da Lia de Itamaracá e da Daúde lidam, cada um à sua maneira, com memória, ancestralidade e imaginação. Foi uma honra poder colaborar com duas artistas tão importantes para a música brasileira e que também pavimentaram a forma que eu vejo o mundo, pois já as escutava  e admirava. São mulheres de outra geração, de outros territórios e de outras experiências, mas que também ajudam a pensar o que é ser brasileira a partir de perspectivas muito potentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Além dos palcos, você também já produziu trabalhos marcantes para o mercado editorial e fonográfico. Um exemplo disso é a sua coautoria nas pinturas do livro <em>“Chupim”</em>, de Itamar Vieira Junior (Editora Baião/Todavia). Como foi o processo de traduzir a literatura e as palavras de um dos maiores escritores do Brasil atual?<br></strong>Poder assinar a coautoria de “Chupim” ao lado do gigante Itamar Vieira Junior, um escritor e um ser humano que eu admiro profundamente, foi uma das maiores alegrias da minha carreira. Ter vivido essa experiência ainda jovem foi um privilégio enorme. Foi um processo muito desafiador, porque eu estava construindo uma narrativa visual ao lado de um dos maiores escritores brasileiros da atualidade. Ao mesmo tempo em que me senti muito honrada, também senti uma grande responsabilidade de estar à altura da potência do texto que ele havia criado. O Itamar foi genial ao escrever “Chupim”. Ele consegue abordar temas complexos, como o trabalho no campo, o trabalho infantil, as relações com a terra e as diferentes formas de existir, traduzindo tudo isso para as infâncias com muita sensibilidade. Ao mesmo tempo, ele nos convida a deslocar o olhar, a imaginar o mundo também a partir da perspectiva de um pássaro, do chupim, e isso amplia profundamente a narrativa. Traduzir essa literatura em imagens foi um grande desafio, mas também um enorme aprendizado. Ver Chupim nascer, ser recebido com tanto carinho e conquistar prêmios é muito emocionante. É um trabalho do qual tenho muito orgulho e que ocupa um lugar muito especial na minha trajetória. Também sou profundamente grata a toda a equipe da Baião/Todavia, que foi impecável durante todo o processo. Trabalhar com profissionais tão competentes, cuidadosos e respeitosos fez toda a diferença para que texto e imagens encontrassem um diálogo tão bonito.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Seja ilustrando um livro ou a capa de um álbum, o seu trabalho precisa dialogar diretamente com a criação de outro artista (um escritor ou músico). Como é para você esse exercício de criar sob a inspiração de uma outra obra de arte? Muda muito a sua liberdade criativa em relação às suas pinturas autorais do ateliê?</strong><br>No caso dos projetos fonográficos, eu não cheguei a criar obras inéditas. As pinturas utilizadas já faziam parte da minha produção e encontraram um diálogo com aqueles trabalhos. Já nos livros, o processo foi diferente. Criei imagens especificamente para essas publicações, como em &#8220;Chupim&#8221;, do Itamar Vieira Junior, na edição de &#8220;Memórias de um Sargento de Milícias&#8221;, da Antofágica, na capa de &#8220;Balanço Afiado&#8221;, do Allan da Rosa e Deivison Faustino, e também algumas capas das obras da Conceição Evaristo lançadas pela editora Malê no ano passado, além de um novo projeto que será lançado este ano pela editora Bazar do Tempo.<br>Mas, para mim, pensar a pintura a partir de textos já faz parte do meu processo criativo. É sempre um desafio, mas não é algo que esteja fora da minha prática. Eu já trabalho constantemente lendo e criando a partir de ideias, de conceitos e de outras linguagens. A série Black to the Future, por exemplo, nasce do título de um álbum de jazz. A própria ideia da série, o manifesto que ela propõe e muitas das questões que ela desenvolve surgem desse encontro. Depois, claro, meu trabalho ganha autonomia e constrói um corpo próprio, mas esse diálogo inicial já está presente. Da mesma forma, muitas pinturas autorais do meu ateliê também nascem da leitura. Já desenvolvi trabalhos a partir de ideias de textos da Lélia Gonzalez e, atualmente, estou desenvolvendo pinturas pensando as obras da Saidiya Hartman e da Christina Sharpe, escritoras que admiro profundamente. Por isso, quando surge um convite para dialogar com a obra de outro artista, eu não sinto que a minha liberdade criativa diminui. Pelo contrário. Eu começo a pensar: como posso contar essa história visualmente? Como posso interceptar essa mensagem e traduzi-la em imagem? É claro que a pintura será sempre uma leitura, uma interpretação, mas é justamente isso que torna esse processo tão instigante para mim. Tem uma frase da Clarice Lispector em Água viva que é bem simples mas que resume muito do que eu desejo quando eu olho pra uma ideia e penso em transformar na minha linguagem: “[…]Quero apossar-me do É da coisa”. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O seu trabalho transita por múltiplas mídias, incluindo pintura, fotografia, vídeo e xilogravura, com um olhar para temas como os corpos negros, o feminino e o maternar. Como essas diferentes técnicas se complementam na hora de construir o que você chama de um “diário imaginado”, misturando suas vivências pessoais e memórias familiares com a ficção e a fabulação? </strong><br>Olhando para a minha produção mais recente, eu tenho trabalhado principalmente com pintura e desenho. Mas gosto de pensar na liberdade de poder trazer cada ideia da forma que ela deva se manifestar, na mídia que for necessário. Acho que, quando queremos comunicar alguma coisa, cada obra pede uma forma própria de existir. Por isso, eu não penso muito nessas linguagens como algo que necessariamente se complementa. Penso que cada ideia encontra a materialidade de que precisa e forma e tempo próprio de nascer. Quando proponho um trabalho, não parto da pergunta “qual materialidade vou usar?”. Eu parto da ideia e vou entendendo qual linguagem faz mais sentido para ela. Às vezes, ela pede a pintura, outras vezes, a fotografia, em outros momentos, o vídeo ou até mesmo uma combinação dessas linguagens. É claro que, na pintura, eu parto muito do desenho, mas também das fotografias que faço, dos vídeos que assisto, das músicas que escuto, dos textos que leio. Tudo isso atravessa o processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sua trajetória transita por espaços muito diversos, desde mostras coletivas históricas no circuito nacional, como <em>“Dos Brasis”</em> (Sesc Belenzinho) e <em>“Funk”</em> (MAR), até a sua exposição individual internacional <em>“Lembranças inventadas”</em> na Itália. Ao mesmo tempo, sua arte ganhou as ruas no festival <em>NaLata</em> e ocupou o formato de cenários e projeções monumentais em palcos como a turnê de <em>40 Anos do Zeca Pagodinho</em>, a ocupação <em>IBORU</em> do Marcelo D2 e o <em>Festival Aliança Global do G20</em>. Como é para você equilibrar esses diferentes contextos? De que forma essa mudança de escala altera a recepção do público com a sua obra? </strong><br>Acho que uma coisa importante é entender que todos esses trabalhos citados partiram da pintura. Seja em exposições, em capas de livros, em cenografias ou em projeções monumentais, a linguagem que deu origem a tudo isso foi a pintura. No caso do Festival NaLata, por exemplo, foi um mural, mas ainda assim uma pintura. É muito bonito ver uma linguagem que, em geral, é pensada como algo estático, contemplativo, bidimensional, encontrando outros espaços e outras formas de existir. Ver a pintura dialogando com a música, com a literatura, com a cidade, com grandes exposições e com outros artistas é algo que me emociona muito. Ao mesmo tempo, acho que isso conversa diretamente com a forma como eu penso o meu trabalho. Eu pinto muito a partir de mim, daquilo que eu vivi, do que eu conheço e do que eu sinto. Eu só tento falar sobre aquilo que acredito compreender minimamente. Mas, enquanto faço isso, também estou o tempo inteiro pensando no coletivo: em quem veio antes de mim e nas histórias que nos atravessam. Então, quando a minha pintura passa a ocupar espaços que também são coletivos, sinto que existe uma espécie de fechamento desse ciclo. É como se aquilo que nasceu de uma experiência muito íntima encontrasse outras pessoas e outras histórias. Existe um eco, uma conversa que se completa. Isso me deixa muito feliz e muito grata. É bonito perceber que essa voz não está sozinha, que ela encontra outras vozes e outros modos de existir. Acho que, no fim, é justamente isso que faz sentido para mim: entender que uma experiência individual pode produzir uma conversa coletiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhe o trabalho de Manu Navas: https://www.instagram.com/navas_manuela/ </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>João Rock 2026: Festival divulga horários dos shows e programação dos palcos</title>
		<link>https://adrianadebarros.com.br/2026/07/08/joao-rock-2026-festival-divulga-horarios-dos-shows-e-programacao-dos-palcos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 15:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música e shows]]></category>
		<category><![CDATA[Rolês]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[joão rock]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[ribeirao preto]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento acontece em 1 de agosto em Ribeirão Preto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-08-124838-1024x360.jpg" alt=""/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Crédito: Reprodução</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>João Rock 2026</strong> já está com tudo pronto para fazer história mais uma vez. Com ingressos totalmente esgotados, o festival acontece no dia <strong>1º de agosto</strong>, no Parque Permanente de Exposições, em <strong>Ribeirão Preto (SP)</strong>. Serão mais de 12 horas ininterruptas de música, reunindo mais de 30 atrações que celebram a riqueza e a diversidade da música brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para você se programar e não perder nenhum minuto do seu artista favorito, a organização já liberou os horários dos shows e a divisão oficial dos quatro palcos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Horários dos shows:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Palco João Rock</strong><br>14h: Batalha da Aldeia<br>15h: Vencedor do Concurso de Bandas do João Rock<br>15h55: Chico Chico<br>17h: Lagum<br>18h05: Detonautas<br>19h10: Zé Ramalho<br>20h15: Alceu Valença<br>21h20: Os Paralamas do Sucesso<br>22h25: CPM 22<br>23h30: BaianaSystem<br>00h35: Charlie Brown Jr. Acústico convida Negra Li e Marcelo Nova</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Palco Brasil</strong><br>15h20: Os Tucumanus e Victor Xamã<br>17h25: Nação Zumbi<br>19h25: Armandinho<br>21h25: Marcelo D2 convida Rael<br>23h25: Raimundos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Palco Aquarela</strong><br>14h25: Urias<br>16h25: Rachel Reis<br>18h25: Luedji Luna<br>20h25: Marina Sena<br>22h25: Ana Carolina</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Palco Fortalecendo a Cena</strong><br>15h25: Ajuliacosta<br>17h25: Yago Oproprio<br>19h25: FBC<br>21h25: Djonga<br>23h25: Criolo</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre o João Rock</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O João Rock é um dos mais importantes festivais de música do Brasil, realizado anualmente desde 2002 em Ribeirão Preto. Com foco na música brasileira, o evento nasceu com a proposta de valorizar artistas nacionais e celebrar a diversidade do país, reunindo gêneros que vão do rock ao rap, reggae, MPB e outros ritmos conectados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em mais de 20 anos de história, o evento já apresentou cerca de 300 shows em seus palcos, promovendo encontros históricos e inéditos.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Gabi Fernandes &#124; Cantora e Compositora &#124; Afiadas EP.18 &#124; Temporada 2</title>
		<link>https://adrianadebarros.com.br/2026/07/08/gabi-fernandes-cantora-e-compositora-afiadas-ep-18-temporada-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:47:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast e entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[afiadas]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[Artista conta como passou a atuar no pagonejo e onde busca inspiração para compor]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Neste episódio da Segunda Temporada do Afiadas recebemos Gabi Fernandes. Cantora e compositora brasileira, natural de Ribeirão Preto, Gabi se destaca por sua versatilidade e por ser uma das artistas pioneiras a adotar o Pagonejo como identidade musical, unindo o sertanejo e o pagode de forma autêntica. Ao longo da trajetória, já colaborou com nomes importantes da música brasileira, como Xande de Pilares, Falamansa, Inimigos da HP, entre outros. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Dá o play para sacar essa visão! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a7.png" alt="🎧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://www.youtube.com/hashtag/afiadas" target="_blank" rel="noopener">#Afiadas</a> é um podcast que mergulha no universo da música sob uma perspectiva única e necessária: a das mulheres que atuam nos bastidores e nos palcos, desempenhando papéis técnicos e criativos essenciais.<br><br>Dá o play para sacar essa visão! </p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.youtube.com/hashtag/afiadas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">#Afiadas</a>&nbsp;é um podcast que mergulha no universo da música sob uma perspectiva única e necessária: a das mulheres que atuam nos bastidores e nos palcos, desempenhando papéis técnicos e criativos essenciais.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Gabi Fernandes | Cantora e Compositora | Afiadas EP.18 | Temporada 2" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/aG0RpZbuKEY?list=PLyklBR4eLE2YFVw2tDEfPoKlUIoLQXYSZ&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Entre memórias e paisagens amazônicas, Sammliz marca retorno autoral com novo single</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 19:04:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música e shows]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Música Independente]]></category>
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					<description><![CDATA[Cantora paraense anuncia novo EP]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/snapinsta.com_.br-6a46b5231da2a-768x1024.jpg" alt="" style="aspect-ratio:0.7500096850424205;width:438px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br>Ouça na sua plataforma digital favorita:<br><a href="https://sym.ffm.to/daquiem1976aceneiparavc" target="_blank" rel="noopener"><strong>https://sym.ffm.to/daquiem1976aceneiparavc</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Após seis anos sem lançar trabalhos autorais, a cantora e compositora paraense Sammliz retorna com o single “Daqui, em 1976, Acenei Para Você”, lançado pelo selo Suave.City. A faixa antecipa o EP homônimo e marca uma nova fase em sua trajetória artística, construída a partir de experiências de deslocamento, reflexão pessoal e reencontro com o próprio processo criativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O título da canção surgiu de uma frase que integrava a intervenção urbana Psicografia (2010), da artista visual paraense Valéria Coelho. A inscrição estava pintada na parede do Solar da Beira, edifício histórico localizado no complexo do Ver-o-Peso, em Belém, e chamou a atenção de Sammliz por anos. Hoje apagada, a frase permaneceu como uma imagem recorrente em sua memória, despertando sensações que transitavam entre lembrança, estranhamento e reconhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A composição do single e das demais faixas do EP foi desenvolvida durante longas temporadas no interior do Pará. Entre viagens por estradas e rios, observando paisagens, comunidades e casas isoladas pela janela, a artista registrou melodias, letras e ideias que se transformaram no novo trabalho.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><img decoding="async" width="863" height="865" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/samliz.jpg" alt="" class="wp-image-1496" style="aspect-ratio:0.9976987602999035;width:380px;height:auto" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/samliz.jpg 863w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/samliz-300x300.jpg 300w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/samliz-150x150.jpg 150w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/samliz-768x770.jpg 768w" sizes="(max-width: 863px) 100vw, 863px" /><figcaption class="wp-element-caption">Crédito: Divulgação</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Produzida por João Lemos, músico da banda Molho Negro e colaborador de longa data de Sammliz, a faixa traduz essas experiências em uma sonoridade que combina guitarras, sintetizadores e texturas sonoras. Segundo a cantora, as composições foram influenciadas por sons distantes que ecoavam pelo interior paraense músicas vindas de festas, bares e aparelhagens, muitas delas associadas aos sucessos românticos das décadas de 1980 e 1990, que remetem às suas lembranças de infância e adolescência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na narrativa da canção, a memória surge como um espaço em constante transformação, onde passado, presente e imaginação se misturam. O que parece inicialmente ser o reencontro com um amor distante acaba revelando uma busca pela própria identidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento do single será seguido pela estreia de um videoclipe dirigido por Thiago Pelaes, que também assina a direção de fotografia. A direção criativa, o roteiro e o figurino ficaram a cargo de Laboyoung, artista visual radicado em Icoaraci, distrito de Belém, cujo trabalho dialoga com referências culturais da Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O vídeo acompanha o encontro entre duas figuras inspiradas no imaginário da região, uma entidade encantada e uma bruxa amazônica. A proposta é explorar símbolos ligados à ancestralidade, à espiritualidade e à relação com a natureza por meio de uma narrativa visual centrada em personagens femininas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As gravações aconteceram no Bosque Rodrigues Alves, área de preservação ambiental de Belém que reúne diversas espécies da fauna e da flora amazônicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante as filmagens, as chuvas frequentes da capital paraense acabaram sendo incorporadas naturalmente ao projeto, tornando-se parte da atmosfera do clipe.<br>Com o lançamento de “Daqui, em 1976, Acenei Para Você”, Sammliz retoma sua produção autoral trazendo para o centro de sua obra temas como memória, pertencimento e as paisagens culturais da Amazônia que acompanham sua trajetória artística.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma trajetória ligada à cena independente</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sammliz iniciou sua carreira musical ainda adolescente. Aos 16 anos, integrou a banda Morganas, formada em 1992 e considerada uma das pioneiras entre os grupos femininos de rock do Pará.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2003, fundou o Madame Saatan, banda que conquistou projeção nacional ao combinar metal, hardcore e referências sonoras amazônicas. O grupo participou de festivais dentro e fora do país e consolidou o nome da artista na cena independente brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o encerramento do projeto, Sammliz lançou, em 2016, o álbum solo Mamba, no qual explorou elementos do rock, da música eletrônica e de sonoridades latino-americanas. Nos anos seguintes, apresentou os singles Deusa da Lua (Mulher Perigosa), com participação de Dona Onete, além de Leviatã Lux e Irmã.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Com espetáculo de timbres, Vanguart mostra maturidade e essência em novo show</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 16:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música e shows]]></category>
		<category><![CDATA[Rolês]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos SP]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
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					<description><![CDATA[Banda se apresentou na Casa Natura neste sábado (27)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-07.48.47-1024x768.jpeg" alt="Imagem atual: WhatsApp Image 2026 06 28 at 07.48.47" style="width:718px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><em><br>Imagem e texto de Larissa Duarte <br></em><br>Ver e ouvir Vanguart ao vivo nos últimos (muitos) anos, é perceber o tamanho da bagagem que eles carregam. No show mais recente da banda formada em Cuiabá, Mato Grosso, para divulgar o novo álbum ‘Estação Liberdade’ e que aconteceu nesse sábado (27) na Casa Natura, toda a sonoridade completa que a gente já conhece ganha corpo: Gaita, trompete, violino, piano, vozes e cordas que preenchem o palco de um jeito muito único. Não é só um show, é quase um espetáculo de timbres.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="1024" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-07.50.19-1-1-600x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-1483" style="aspect-ratio:0.5859466943579094;width:204px;height:auto" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-07.50.19-1-1-600x1024.jpeg 600w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-07.50.19-1-1-176x300.jpeg 176w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-07.50.19-1-1-768x1310.jpeg 768w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-07.50.19-1-1-900x1536.jpeg 900w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-07.50.19-1-1.jpeg 938w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption class="wp-element-caption">Crédito: Larissa Duarte</figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">O mais legal do repertório da noite foi notar o desenho da carreira deles ali na nossa frente. Dá     para perceber direitinho as “estações” amorosas pelos discos. Eles souberam transitar daquele rock meio experimental e do indie até os romances mais melosos que grudam na cabeça.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Em alguns momentos, o vocalista Helio Flanders comenta sobre a dificuldade de engajar nessa nova “era dos algoritmos” e que relações humanas ainda faziam toda a diferente na vida e na carreira da banda.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Grande parte da setlist foi mesmo o ‘Estação Liberdade’. O novo álbum trouxe um clima meigo e até um pouco etéreo para o palco. Aquele amor continua ali, mas agora parece mais leve, flutuante. Vanguart continua mudando, e o mais bonito é ver que eles fazem isso sem perder a própria essência.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><em><strong>Larrisa Duarte </strong>é radialista de formação, jornalista por vocação. Mergulhada no mundo da comunicação, conteúdo e entretenimento há mais de 10 anos. </em><br><em>Gênero favorito: músicas para chorar</em><br><br><strong>Siga @lariinsta e @thislarilife</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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