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	<title>punk rock &#8211; Adriana de Barros</title>
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	<description>Jornalista - Rolezeira</description>
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	<title>punk rock &#8211; Adriana de Barros</title>
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		<title>Peter Hook &#038; The Light anuncia show em São Paulo para 2027 com clássicos do Joy Division</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 14:55:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música e shows]]></category>
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					<description><![CDATA[Ingressos começam a ser vendidos nesta sexta (18)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Peter-Hook-6-Credit-Jason-Mooney-819x1024.jpg" alt="Crédito: Jason Mooney
Foto: Divulgação / Peter Hook &amp; The Light" style="aspect-ratio:0.7998135298441899;width:345px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crédito: Jason Mooney</strong><br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O lendário baixista e cofundador do Joy Division e New Order retorna à capital paulista para um show especial. Peter Hook &amp; The Light toca na íntegra os icônicos álbuns Unknown Pleasures e Closer na apresentação marcada para 9 de março de 2027, na Audio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vendas dos ingressos abrem nesta sexta-feira (18), às 11h, pela <a href="http://www.ticket360.com.br" data-type="link" data-id="http://www.ticket360.com.br" target="_blank" rel="noopener">Ticket360</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa turnê Peter Hook &amp; The Light &#8211; Unknown Pleasures &amp; Closer já passou pela Holanda, Alemanha, Polônia, República Tcheca, Áustria, Croácia, Eslovênia e Bélgica, Austrália e Nova Zelândia, além de 24 datas pelos EUA e Canadá. E segue entre novembro e dezembro de 2027 pelo Reino Unido e pela Irlanda, num total de quase mais 20 shows.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Unknown Pleasures foi lançado em 1979 e sucedido por Closer em 1980, este último teve suas gravações concluídas pouco antes do falecimento de Ian Curtis e foi apresentado logo em seguida. Desde então, os álbuns entraram para a história da música e figuram regularmente no topo das listas de &#8220;Melhores Álbuns de Todos os Tempos&#8221;, tanto na opinião da crítica quanto do público. Eles deram início a um legado que não perde a força, marcado por uma identidade visual que inspirou inúmeras camisetas e por uma produção de Martin Hannett que soa tão precisa e vanguardista hoje quanto na época de seu lançamento; além disso, ambos os álbuns continuam exercendo influência constante sobre praticamente todas as bandas de destaque das últimas quatro décadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como membro fundador tanto do Joy Division quanto do New Order, Peter Hook foi recentemente incluído no prestigiado Rock &amp; Roll Hall of Fame para a turma de 2026, por meio de votação dos fãs de ambas as bandas. Uma cerimônia de premiação será realizada em Los Angeles, em novembro deste ano, para marcar a ocasião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Peter Hook revisitou pela primeira vez o álbum seminal do Joy Division, Unknown Pleasures, em maio de 2010, para um show beneficente comemorativo; desde então, tem dado continuidade a essa iniciativa a cada ano, apresentando os álbuns seguintes do repertório de suas bandas, Joy Division e New Order. Essa dedicação ao seu catálogo já o levou a percorrer obras como Unknow Pleasures, Closer, Still, Movement, Power, Corruption &amp; Lies, Low-Life, Brotherhood, Technique e Republic e os discos Substance e Get Ready. Após realizar extensas turnês com cada um desses álbuns, a banda já acumula um total que se aproxima de 1 mil apresentações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os muitos destaques desde que Peter Hook representou seu repertório a uma legião de públicos ao redor do mundo estão as apresentações em festivais como Benicassim, Primavera Sound, Bestival, Kendal Calling, Victorious, Latitude e Rebellion, além de extensas turnês pela Europa, Reino Unido, China, Japão, Américas do Norte e do Sul, Austrália e Nova Zelândia, recebendo grande aclamação de fãs e crítica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviço</strong><br><strong>Show Peter Hook &amp; The Light &#8211; Tocando “Unknown Pleasures” &amp; “Closer”do Joy Division</strong><br><strong>Quando:</strong> 9 de março de 2027 &#8211; terça-feira<br><strong>Onde:</strong> Audio &#8211; Avenida Francisco Matarazzo, 694 &#8211; Água Branca, São Paulo &#8211; SP.<br><strong>Vendas: </strong><a href="http://www.ticket360.com.br" target="_blank" rel="noopener">www.ticket360.com.br</a> &#8211; a partir do dia 18 de setembro de 2026</p>
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		<title>Buddy Holly: o primeiro punk antes do punk</title>
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					<comments>https://adrianadebarros.com.br/2026/09/07/buddy-holly-o-primeiro-punk-antes-do-punk/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 16:55:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Buddy Holly]]></category>
		<category><![CDATA[Buddy Holly punk rock]]></category>
		<category><![CDATA[O primeiro punk]]></category>
		<category><![CDATA[Peggy Sue Buddy Holly]]></category>
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		<category><![CDATA[pioneiro punk]]></category>
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		<category><![CDATA[The Crickets]]></category>
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					<description><![CDATA[Buddy Holly o primeiro rockeio punk &#124; Pioneiro do Rock dos anos 50, desafiou a sociedade e as gravadores, merecendo ser reconhecido pelo espírito do faça você mesmo, antecipando o punk rock em décadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Antes dos Ramones, dos fanzines e dos selos independentes, um garoto de óculos no Texas já escrevia as próprias músicas, montava sua banda, enfrentava gravadoras e gravava dentro de casa.</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Buddy_Holly" data-type="link" data-id="https://pt.wikipedia.org/wiki/Buddy_Holly" target="_blank" rel="noopener">Buddy Holly</a></strong> não tinha moicano, jaqueta de couro ou amplificador destruído. Não gritava contra a monarquia nem tocava com a violência dos Stooges. Musicalmente, era um filho do country, do <em>rhythm and blues</em> e do primeiro <em>rock and roll</em>. Ainda assim, existe um bom argumento para reconhecê-lo como o primeiro <em>punk rocker</em> da história.</p>



<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="823" height="1024" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/buddy-holly-823x1024.jpeg" alt="buddy holly" class="wp-image-1629 size-full" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/buddy-holly-823x1024.jpeg 823w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/buddy-holly-241x300.jpeg 241w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/buddy-holly-768x956.jpeg 768w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/buddy-holly.jpeg 1148w" sizes="(max-width: 823px) 100vw, 823px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, existe um bom argumento para reconhecê-lo como <strong>o primeiro punk rocker da história</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não porque tenha inventado o punk como gênero, mas porque antecipou sua ética: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>viveu intensamento o faça você mesmo (D.I.Y),&nbsp;</li>



<li>transformou suas limitações em identidade,&nbsp;</li>



<li>escreveu e arranjou suas próprias músicas,&nbsp;</li>



<li>formou sua própria banda e não esperou que a indústria compreendesse o que estava tentando criar.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A raiz da música negra americana através de nomes como <strong>Sister Rosetta Tharpe, Big Joe Turner, Louis Jordan, Ike Turner </strong>e muitos outros, foi a gênese do Rock. </p>



<p class="wp-block-paragraph">É inegável que <strong>Elvis </strong>inventou o conceito de <strong>rock star. </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Já Buddy Holly, por sua vez, inventou a banda de garagem — e talvez, sem saber, tenha sido o primeiro punk rocker.</strong></p>
</div></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O garoto que Nashville não conseguiu domesticar</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando chegou à gravadora Decca, Buddy Holly foi tratado como mais um jovem cantor country. Nashville tentou enquadrá-lo, escolher sua sonoridade e controlar as sessões.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira versão de “<strong>That’ll Be the Day</strong>”, gravada em 1956, passou por dezenove tomadas e terminou rejeitada pelo produtor Owen Bradley. Holly, entretanto, acreditava na música. Quando seu contrato não foi renovado, não abandonou a canção nem esperou que outro executivo lhe desse razão.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reuniu seus companheiros, atravessou a estrada até o estúdio independente de Norman Petty, em Clovis, no Novo México, e gravou novamente “That’ll Be the Day”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova versão era mais rápida, mais seca e muito mais próxima do som que ele imaginava. Foi registrada em apenas duas tomadas e se tornou seu primeiro grande sucesso.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A indústria havia dito que a música não funcionava. Holly simplesmente ignorou e fez do jeito dele. (<a href="https://www.loc.gov/static/programs/national-recording-preservation-board/documents/ThatllBeTheDay.pdf?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">The Library of Congress</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este talvez seja o primeiro grande gesto punk do rock: <strong>não aceitar que o fracasso imposto por uma gravadora seja o fim da história</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes dos selos independentes e dos compactos prensados em pequenas tiragens, Buddy Holly já entendia que autonomia não era uma teoria política. Era hora de ser prático, encontrar outro estúdio e gravar novamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os Crickets: a banda como célula independente</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1000" height="562" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Buddy-Holly-the-Crickets.jpg" alt="Buddy Holly &amp; the Crickets" class="wp-image-1626" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Buddy-Holly-the-Crickets.jpg 1000w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Buddy-Holly-the-Crickets-300x169.jpg 300w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Buddy-Holly-the-Crickets-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Buddy Holly &amp; The Crickets</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Até então, a indústria costumava construir o espetáculo em torno de um cantor. Os músicos que o acompanhavam eram frequentemente contratados, substituíveis e quase invisíveis. Holly ajudou a mudar essa lógica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A formação clássica dos Crickets reunia <strong>Buddy Holly</strong> na voz e guitarra, <strong>Jerry Allison</strong> na bateria, <strong>Joe B. Mauldin</strong> no baixo e <strong>Niki Sullivan</strong> na guitarra base.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais que uma banda de apoio, eles funcionavam como uma unidade criativa: Allison coescreveu “That’ll Be the Day” e “Peggy Sue”, enquanto o grupo consolidou a formação de guitarras, baixo e bateria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Rock &amp; Roll Hall of Fame considera essa formação o modelo que inspiraria milhares de bandas de garagem. (<a href="https://rockhall.com/inductees/crickets/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">Rock Hall</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">A influência sobre os Beatles foi decisiva. Até o nome “Beatles”, escolhendo um inseto e brincando com a palavra “beat”, dialogava com os Crickets.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a herança mais profunda estava no método: não era necessário ser Frank Sinatra, cercado por uma orquestra e uma grande estrutura.&nbsp;Quatro jovens poderiam formar uma banda, escrever músicas e sair pelo mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Buddy Holly não inventou os três acordes, mas ajudou a estabelecer o princípio de que <strong>uma pequena gangue musical poderia produzir sua própria cultura</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O punk começava ali não como barulho, mas como organização.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Óculos, estranheza e o fim do astro inalcançável</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Buddy Holly também representava uma ruptura visual. Magro, tímido, dentuço e usando enormes óculos de armação preta, ele não se parecia com o modelo dominante de ídolo juvenil.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não tinha a beleza cinematográfica de Elvis nem a imagem ameaçadora de Gene Vincent.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="680" height="294" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/bh.jpeg" alt="bh" class="wp-image-1628" style="width:825px;height:auto" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/bh.jpeg 680w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/bh-300x130.jpeg 300w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /><figcaption class="wp-element-caption">Os clássicos óculos de Buddy Holly</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Parecia um estudante que havia entrado no palco por engano. Em vez de esconder aquilo que o afastava do padrão, transformou sua aparência em assinatura. Os óculos deixaram de ser uma deficiência a ser disfarçada e se tornaram parte inseparável de sua identidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma ideia profundamente punk: <strong>não tente parecer com o artista que a indústria deseja fabricar; transforme sua inadequação em linguagem</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Holly também escrevia e cantava sobre desejos, frustrações, ciúmes e rejeições juvenis com uma urgência nervosa. Seu soluço vocal, os ataques econômicos da guitarra e a bateria obsessiva de “Peggy Sue” produziam uma música simples, imediata e reconhecível. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O Rock Hall of Fame destaca justamente essa combinação de andamento acelerado, voz inquieta e declarações juvenis de amor, desejo e desilusão. (<a href="https://rockhall.com/inductees/buddy-holly/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">Rock Hall</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele provou que o protagonista do rock não precisava parecer um semideus. Poderia ser o garoto estranho da sala — desde que tivesse uma guitarra e algo próprio para dizer.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quebrando barreiras&#8230; <strong>Harlem, Maria Elena e um mundo sem cercas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em agosto de 1957, Buddy Holly e os Crickets fizeram uma temporada no Apollo Theater, no Harlem. São frequentemente registrados como o primeiro conjunto branco de rock a tocar naquele palco, um dos centros fundamentais da cultura negra norte-americana.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-media-text has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 44%"><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="wp-block-paragraph">A contratação provavelmente nasceu de uma confusão: alguém teria imaginado que “The Crickets” era um grupo vocal negro de rhythm and blues. (<a href="https://www.thevintagenews.com/2018/08/30/buddy-holly-apollo-theatre/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">thevintagenews</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando os jovens texanos apareceram, o público inicialmente estranhou. Mas a banda continuou tocando, incorporou “Bo Diddley” ao repertório e, ao longo da temporada, conquistou a plateia.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A apresentação tinha um significado especial numa sociedade ainda marcada pela segregação racial.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano seguinte, Buddy conheceu María Elena Santiago, uma jovem porto-riquenha que trabalhava na editora Peer-Southern, em Nova York.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Perguntou de onde vinha seu sotaque, convidou-a para jantar e, poucas horas depois, pediu-a em casamento. Os dois se casaram em agosto de 1958 e se mudaram para Greenwich Village. (<a href="https://www.birminghamhippodrome.com/true-love-ways-an-interview-with-maria-elena-holly/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">Birmingham Hippodrome</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa e outras escolhas conhecidas de Holly revelam alguém pouco disposto a obedecer às fronteiras raciais e sociais de sua época. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Um jovem branco criado no Texas tocou no <strong>Apollo</strong>, casou-se com uma porto-riquenha e planejou trabalhar com artistas negros que admirava.</p>
</div><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="235" height="355" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/buddy-f-1.jpg" alt="buddy f" class="wp-image-1627 size-full" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/buddy-f-1.jpg 235w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/buddy-f-1-199x300.jpg 199w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo María Elena, Holly amava Mahalia Jackson, Sam Cooke e Ray Charles e chegou a procurar Charles na Califórnia porque desejava gravar um disco com ele. (<a href="https://www.birminghamhippodrome.com/true-love-ways-an-interview-with-maria-elena-holly/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">Birmingham Hippodrome</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também nisso havia algo punk: <strong>não pedir licença para atravessar uma fronteira que a sociedade considerava inconveniente</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O estúdio como instrumento — e o nascimento do quarto como estúdio</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Buddy Holly não queria apenas interpretar músicas. Queria participar de todas as etapas: composição, arranjo, gravação, produção e administração da carreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No estúdio de Norman Petty, experimentou com overdubs, duplicação de vozes, instrumentos pouco usuais e diferentes ambientes acústicos.&nbsp;Aos poucos, compreendeu que o estúdio não precisava apenas documentar uma apresentação. Poderia ser utilizado como instrumento criativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais tarde, rompeu profissionalmente com Petty, mudou-se para Nova York e começou a pensar em sua própria editora, seu estúdio e na produção de outros artistas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">María Elena recorda que ele desejava controlar “cada aspecto da indústria”, desenvolvendo músicos, produzindo discos e até compondo para o cinema. (<a href="https://www.birminghamhippodrome.com/true-love-ways-an-interview-with-maria-elena-holly/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">Birmingham Hippodrome</a>) Nos últimos meses de vida, comprou um gravador Ampex e começou a registrar músicas dentro de seu apartamento em Greenwich Village.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sozinho, com voz e guitarra, gravou composições como “Peggy Sue Got Married”, “Crying, Waiting, Hoping”, “Learning the Game” e “What to Do”. Eram esboços domésticos, feitos entre dezembro de 1958 e janeiro de 1959. (<a href="https://americansongwriter.com/on-this-day-buddy-holly-recorded-his-final-songs-inside-his-new-york-city-apartment/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">American Songwriter</a>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não era lo-fi como escolha estética consciente. Era algo ainda mais elementar: tenho uma música, uma guitarra e um gravador — portanto, posso registrar minha criação. Décadas antes dos cassetes punks, dos selos de garagem, dos quatro canais e dos discos produzidos em quartos, Buddy Holly já praticava o princípio central do home recording.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Da garagem aos Ramones: a invenção do músico autônomo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">É claro que Buddy Holly não estava sozinho. Chuck Berry escrevia narrativas mais afiadas. Little Richard era mais explosivo. Bo Diddley inventou uma pulsação que atravessaria todo o rock. Link Wray produziu uma guitarra mais brutal. Eddie Cochran também escrevia, tocava vários instrumentos e experimentava com gravações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas Holly reuniu elementos que, juntos, formariam o arquétipo do artista punk: autoria, banda própria, identidade de outsider, independência criativa, experimentação técnica, gravação doméstica e conflito com empresários e gravadoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua carreira de sucesso durou apenas cerca de dezoito meses. Quando morreu, em fevereiro de 1959, tinha somente 22 anos. Mesmo assim, deixou pronto o projeto de funcionamento das futuras bandas de rock.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Beatles compreenderam. As bandas de garagem compreenderam. Os grupos da invasão britânica compreenderam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, anos depois, os Ramones levariam aquela estrutura à sua forma mais crua: amigos, guitarras, músicas curtas e nenhuma necessidade de parecer virtuoso ou respeitável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Buddy Holly não inventou o punk como gênero. Não poderia ter previsto o CBGB, o “Never Mind the Bollocks” ou os fanzines xerocados. Mas foi um dos primeiros a demonstrar que o rock podia ser criado de maneira punk.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a indústria tentou transformá-lo em outra coisa, gravou por conta própria.&nbsp;Quando não correspondia ao padrão de beleza, fez da estranheza sua imagem.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando as fronteiras raciais e sociais tentaram separar pessoas e músicas, atravessou-as. Quando precisou registrar suas canções, levou o estúdio para dentro do apartamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Antes de “do it yourself” virar um lema, Buddy Holly já estava fazendo ele mesmo.</strong></p>
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		<title>Asfixia Social, Devotos e No Rest anunciam turnê histórica pelo Sul e Sudeste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 14:57:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Encontro marca a força do punk hardcore autoral brasileiro reunindo referências de São Paulo, Pernambuco e Rio Grande do Sul ]]></description>
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<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/asfixia_devotos_norest-1024x563.jpg" alt="Imagem atual: asfixia devotos norest" style="aspect-ratio:1.8188584768413574;width:658px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O underground brasileiro se prepara para um dos encontros mais potentes da música independente em 2026. Três gerações do punk hardcore e da música de protesto autoral sobem juntas aos palcos em uma turnê conjunta que percorrerá os estados do Paraná e de São Paulo entre os dias 13 e 16 de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A união conecta a sonoridade urbana e contestadora da paulistana Asfixia Social, a história e a representatividade do Devotos (PE) e a força antifascista do No Rest (RS).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Peso das Atrações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Asfixia Social (SP): </strong>Diretamente de São Paulo, o quinteto mistura punk rock, ska, rap, hardcore e ritmos regionais. Embalados pelo aclamado álbum &#8220;Mess Bigger&#8221; e pelo registro do DVD &#8220;Ao Vivo em Berlim&#8221;, o show serve também como esquenta para a quinta turnê europeia da banda, marcada para outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Devotos (PE):</strong> Nascido no Alto José do Pinho, em Recife, o trio é uma verdadeira instituição do punk hardcore latino-americano. Com mais de três décadas de estrada, a banda é pioneira em fundir a agressividade do estilo à consciência social e às raízes nordestinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>No Rest (RS): </strong>Na estrada desde 1989 em Porto Alegre, o grupo mescla crust, punk e metal. Liderada pelos vocais marcantes de Aline Rodrigues, a banda é referência de engajamento político, antifascismo e feminismo no underground nacional e internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Datas e Itinerário</strong><br>A turnê conta com convidados especiais em datas selecionadas, incluindo Os Replicantes, Degeneração, Zepelim e o Sopro do Cão, Bong Brigade e Killah.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>AGENDA DE SHOWS</strong><br>13.AGO | Curitiba / PR – Basement Cultural (@basementcultural)<br>14.AGO | São Paulo / SP – Red Star Studios (@redstar.audio)<br>15.AGO | Sorocaba / SP – Asteroid Bar (@asteroid_bar)<br>16.AGO | Campinas / SP – Blacaman (@blacaman.oficial)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Asfixia Social lança DVD gravado ao vivo no lendário Schokoladen, em Berlim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:11:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música e shows]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Música Independente]]></category>
		<category><![CDATA[punk rock]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>
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					<description><![CDATA[Crédito: Luís Lopes Após o marcante lançamento do álbum &#8220;Mess Bigger&#8221;, a banda paulistana Asfixia Social consolida mais uma etapa importante de sua trajetória com o lançamento do seu novo DVD gravado no lendário espaço cultural Schokoladen, em Berlim. Capturado ao vivo em 9 de julho de 2025, o registro marca o pontapé inicial da 4ª turnê europeia do grupo. O trabalho une a energia contestadora do punk, ska, rap e ritmos brasileiros à atmosfera de um dos espaços culturais mais emblemáticos do underground mundial. Segundo o vocalista Kaneda, tocar na Schokoladen é especial demais. “Um lugar clássico, a casa cheia, gente de todo lugar do mundo reverenciando a cultura de rua. Isso aqui é resistência pura”. Localizado na Ackerstraße, no bairro de Mitte, o prédio do Schokoladen foi originalmente uma fábrica de chocolates no início do século XX. Após a queda do Muro de Berlim em 1990, artistas e ativistas ocuparam o espaço, transformando-o em um centro cultural autogerido dedicado à música independente, literatura, teatro e ações sociais. Funcionando como uma associação sem fins lucrativos administrada por voluntários, o Schokoladen tornou-se símbolo da resistência contra a gentrificação e a especulação imobiliária em Mitte. A preservação do espaço foi consolidada em 2012 por meio de um acordo com a Fundação Edith Maryon e a cidade de Berlim. Conhecido como rito de passagem para turnês independentes na Europa, o palco do Schokoladen já recebeu bandas como Fontaines D.C. e Future Islands antes da fama global, além de shows intimistas de ícones locais como o Beatsteaks.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="602" height="316" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/asfixia.jpg" alt="asfixia" class="wp-image-1653" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/asfixia.jpg 602w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/asfixia-300x157.jpg 300w" sizes="(max-width: 602px) 100vw, 602px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>Crédito: Luís Lopes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o marcante lançamento do álbum &#8220;Mess Bigger&#8221;, a banda paulistana Asfixia Social consolida mais uma etapa importante de sua trajetória com o lançamento do seu novo DVD gravado no lendário espaço cultural Schokoladen, em Berlim. Capturado ao vivo em 9 de julho de 2025, o registro marca o pontapé inicial da 4ª turnê europeia do grupo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho une a energia contestadora do punk, ska, rap e ritmos brasileiros à atmosfera de um dos espaços culturais mais emblemáticos do underground mundial. Segundo o vocalista Kaneda, tocar na Schokoladen é especial demais. “Um lugar clássico, a casa cheia, gente de todo lugar do mundo reverenciando a cultura de rua. Isso aqui é resistência pura”.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ASFIXIA SOCIAL - LIVE IN BERLIN AT SCHOKOLADEN [FULL SET]" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/2wGtaZU8GDc?start=2458&#038;feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Localizado na <em>Ackerstraße</em>, no bairro de Mitte, o prédio do Schokoladen foi originalmente uma fábrica de chocolates no início do século XX. Após a queda do Muro de Berlim em 1990, artistas e ativistas ocuparam o espaço, transformando-o em um centro cultural autogerido dedicado à música independente, literatura, teatro e ações sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Funcionando como uma associação sem fins lucrativos administrada por voluntários, o Schokoladen tornou-se símbolo da resistência contra a gentrificação e a especulação imobiliária em Mitte. A preservação do espaço foi consolidada em 2012 por meio de um acordo com a Fundação Edith Maryon e a cidade de Berlim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecido como rito de passagem para turnês independentes na Europa, o palco do Schokoladen já recebeu bandas como Fontaines D.C. e Future Islands antes da fama global, além de shows intimistas de ícones locais como o Beatsteaks.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>São Paulo sedia festival de cinema com filmes sobre Boy George, Iron Maiden e cena punk do ABC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 20:13:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rolês]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>
		<category><![CDATA[punk rock]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>
		<category><![CDATA[Show em São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[In-Edit Brasil - Festival Internacional do Documentário Musical se consolida em 2026 como o mais importante e aguardado evento do gênero no país]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sequence-14_3-1024x576.jpg" alt="Sequence 14 3" class="wp-image-1417" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sequence-14_3-1024x576.jpg 1024w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sequence-14_3-300x169.jpg 300w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sequence-14_3-768x432.jpg 768w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sequence-14_3-1536x864.jpg 1536w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sequence-14_3.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Crédito: Divulgação</strong></figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">O In-Edit Brasil &#8211; Festival Internacional do Documentário Musical se consolida em 2026 como o mais importante e aguardado evento do gênero no país. Em sua 18ª edição, o evento acontece de 17 a 28 de junho, em São Paulo. Os filmes serão exibidos nas salas tradicionais como o CineSesc, a Cinemateca Brasileira e o Cine Bijou, além de oferecer exibições online e gratuitas para todo o Brasil pelas plataformas Spcine Play, Itaú Cultural Play e Sesc Digital.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Entre as grandes estreias nacionais do festival, o público poderá acompanhar a gravação de um álbum de rap sob a mentoria de Edi Rock e Gaspar Z’África em &#8220;Entre o Sucesso e a Lama&#8221;, além de mergulhar na profunda imersão religiosa guiada por Mateus Aleluia em &#8220;Pontos de Força&#8221;. A vanguarda também ganha espaço com as homenagens à pioneira da música eletrônica Jocy de Oliveira e ao cravista Roberto de Regina, que compartilha seu legado aos 97 anos de idade. Histórias marcantes sobre o mítico palco do Canecão e a trajetória inovadora do grupo Mestre Ambrósio completam um panorama que ainda celebra ícones como Dona Onete, Alceu Valença, Baby do Brasil, Odair José e a lendária parceria de Airto Moreira e Flora Purim.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">No cenário internacional, os holofotes se voltam para trajetórias que moldaram a cultura pop mundial. A grande noite de abertura, no dia 17 de junho no CineSesc, traz a exibição gratuita do inédito Fugs Film!, com a presença do diretor Chuck Smith para contar a história da primeira banda underground de Nova York. A partir daí, a programação internacional abre as portas para documentários inéditos sobre Boy George &amp; Culture Club, o lendário jazzista Sun Ra, o blues de Big Mama Thornton e o cubano Pablo Milanés. Os fãs de rock pesado também têm encontro marcado com a história de Paul Di’Anno, o primeiro vocalista do Iron Maiden, e com a irreverente homenagem ao diretor Rob Reiner através do clássico cult This Is Spinal Tap.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">O In-Edit Brasil expande a experiência das telas para as ruas com uma programação paralela fervilhante de shows e debates. Entre os destaques musicais, Odair José se apresenta na Casa Natura Musical, Fernanda Abreu festeja os 30 anos do álbum Da Lata no Cine Joia e os norte-americanos do Redd Kross fazem sua aguardada estreia em palcos brasileiros. A cantora Alaíde Costa também celebra seus 90 anos com uma apresentação íntima na Casa de Francisca, logo após a exibição do filme que acompanha sua busca por reconhecimento histórico nos Estados Unidos. Para completar o clima de celebração, debates gratuitos ocupam a Matilha Cultural e a tradicional Feira de Vinil ganha a Cinemateca Brasileira no domingo, dia 21 de junho.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">O acesso aos filmes é gratuito na grande maioria das salas e no streaming — com exceção do CineSesc, que opera com ingressos promocionais a dez reais. Os ingressos gratuitos de cinema devem ser retirados sempre uma hora antes de cada sessão nas bilheterias locais. <br><br>Para conferir a grade completa de horários, locais dos shows e a programação online, visite o site oficial do festival em <a href="https://br.in-edit.org/" data-type="link" data-id="https://br.in-edit.org/" target="_blank" rel="noopener">www.in-edit-brasil.com</a> e monte o seu roteiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Fishbone traz sua mistura pioneira de punk, ska e funk a São Paulo no segundo semestre</title>
		<link>https://adrianadebarros.com.br/2026/05/29/fishbone-traz-sua-mistura-pioneira-de-punk-ska-e-funk-a-sao-paulo-no-segundo-semestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 16:19:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música e shows]]></category>
		<category><![CDATA[Rolês]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[punk rock]]></category>
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		<category><![CDATA[ska]]></category>
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					<description><![CDATA[Show único acontece dia 31 de outubro no Fabrique Club, em São Paulo, com abertura da banda de ska Maga Rude]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/05/fishbone-1024x683.jpg" alt="Imagem atual: fishbone"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Crédito: Justin Hammer Photography</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecida por misturar punk, ska, funk e soul com letras de forte teor político e social, a Fisbone faz show no Brasil no dia 31 de outubro. Realizado pela Maraty, a apresentação acontece no Fabrique Club, em São Paulo, terá abertura da banda paulistana de ska Maga Rude.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com mais de quatro décadas de trajetória, a banda norte-americana construiu sua história sem suavizar o discurso, tornando-se referência pela combinação de metais, baixo funk e guitarras de rock pesado. O show na capital paulista acontece em um momento importante da carreira do grupo, que lançou recentemente o álbum &#8220;Stockholm Syndrome&#8221;. Este é o nono disco de estúdio da banda e o primeiro registro completo em mais de 20 anos, trazendo canções que tratam de tensões sociais, sobrevivência e relações humanas na vida contemporânea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as novidades do repertório está o single &#8220;Racist Piece of Shit&#8221;, lançado no final de 2024 como uma crítica direta ao racismo global. Segundo o integrante Christopher Dowd, a música funciona como um alerta para que a humanidade reconheça as divisões que afetam o mundo atual. Outro destaque do disco é a faixa &#8220;Last Call in America&#8221;, que comenta as dificuldades econômicas dos Estados Unidos e conta com a participação de George Clinton, líder do Parliament-Funkadelic, reforçando a ligação histórica do Fishbone com as raízes do funk norte-americano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A formação atual do Fishbone conta com Angelo Moore nos vocais e saxofones, Christopher Dowd nos teclados, trombone e vocais, James Jones no baixo, Hassan Hurd na bateria, John “JS” Williams II no trompete e vocais, além do retorno do guitarrista Tracey “Spacey T” Singleton. O grupo passou por mudanças estruturais importantes com a saída dos fundadores Norwood Fisher e Walter Kibby, mas manteve a atividade com esta nova configuração de palco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa capacidade de reinvenção diante de trocas de integrantes e ciclos do rock alternativo é a marca registrada da banda, uma história que também foi registrada no documentário &#8220;Everyday Sunshine: The Story of Fishbone&#8221;, lançado em 2010.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, o Fishbone voltou a circular com intensidade pelo circuito internacional, dividindo palcos com nomes como Madness, Tool e Primus, além de integrar o line-up da Vans Warped Tour. Para a apresentação no Fabrique Club, o público paulistano pode esperar um repertório que equilibra as novas composições com os principais sucessos da carreira, incluindo clássicos como &#8220;Party at Ground Zero&#8221;, &#8220;Everyday Sunshine&#8221;, &#8220;Sunless Saturday&#8221;, &#8220;Freddie’s Dead&#8221;, &#8220;Ma and Pa&#8221;, &#8220;Fight the Youth&#8221;, &#8220;Swim&#8221; e &#8220;Servitude&#8221;.<br><br>Siga Fishbone: <a href="https://www.instagram.com/fishbonesoldier/" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/fishbonesoldier/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviço</em><br><strong>Fishbone com abertura de Maga Rude</strong><br><strong>Quando: </strong>31 de outubro de 2026 &#8211; sábado &#8211; 17h (abertura da casa) | 18h (Maga Rude) | 19h (Fishbone)<br><strong>Onde: </strong>Fabrique Club &#8211; Rua Barra Funda, 1071, Barra Funda, São Paulo, SP<br><strong>Inf: </strong><a href="https://fastix.com.br/events/fishbone-em-sao-paulo" data-type="link" data-id="fastix.com.br/events/fishbone-em-sao-paulo" target="_blank" rel="noopener">fastix.com.br</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>The Varukers, ícones do punk inglês, está no Brasil para série de shows</title>
		<link>https://adrianadebarros.com.br/2026/05/06/icones-do-punk-ingles-the-varukers-ja-esta-em-solo-brasileiro-para-serie-de-shows/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 17:08:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música e shows]]></category>
		<category><![CDATA[Rolês]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Música Independente]]></category>
		<category><![CDATA[punk rock]]></category>
		<category><![CDATA[punk rock britânico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://adrianadebarros.com.br/?p=1156</guid>

					<description><![CDATA[The Varukers chega ao Brasil para turnê pelo Brasil com Asfixia Social abrindo os shows]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Os britânicos do The Varukers já estão em solo brasileiro para uma maratona de shows, que começa nesta quinta (7), em Sorocaba. Rat e sua turma chegaram na manhã desta quarta (6) e foram recebidos pelos amigos do Asfixia Social. A banda paulista é responsável pela abertura de 10 shows.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Ícone do punk inglês, a banda foi formada em 1979 pelo vocalista Anthony &#8220;Rat&#8221; Martin. Conhecida pelas letras de forte ideologia anarquista, a banda atravessou diversas formações ao longo das décadas, mantendo Rat como a voz constante e pilar fundamental do grupo desde 1985.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Veja abaixo a agenda:</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">7 de maio &#8211; Asteroid Bar, Sorocaba SP<br>8 de maio &#8211; Cine Joia, São Paulo SP<br>9 de maio &#8211; Don Kmaleon Bar, Ribeirão Preto SP<br>10 de maio &#8211; Festival Goiânia Noise, GO<br>11 de maio &#8211; Infinu Pub, Brasília DF<br>12 de maio &#8211; Kaos Pub, Uberlândia MG<br>13 de maio &#8211; Praça pública, Patos de Minas MG<br>14 de maio &#8211; Palco e Balcão Bar, Divinópolis MG<br>15 de maio &#8211; Festival Punk no Park, Belo Horizonte MG<br>16 de maio, Festival Punk in Rio RJ<br>17 de maio, Hocus Pocus, São José dos Campos SP<a href="https://www.instagram.com/reel/DYAHUBwxE5u/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DYAHUBwxE5u/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/DYAHUBwxE5u/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">Ver essa foto no Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/DYAHUBwxE5u/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por The Varukers Brasil (@thevarukersbrasil)</a></p></div></blockquote>
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		<title>Banana Gun emplaca hit &#8220;Arregaço&#8221; no Sul e confirma show em São Paulo </title>
		<link>https://adrianadebarros.com.br/2026/04/09/banana-gun-emplaca-hit-arregaco-no-sul-e-confirma-show-em-sao-paulo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 13:45:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Líder no Pop gaúcho, trio se apresenta no La Iglesia no dia 17 de abril Após o single “Arregaço” conquistar o 1º lugar no gênero Pop no Rio Grande do Sul, a banda paulista Banana Gun faz um show inédito no La Iglesia, em São Paulo. No próximo dia 17 de abril, os experientes músicos, em carne e osso, apresentam ao vivo um repertório com músicas autorais e releituras que promove ao fã uma viagem afetiva pela história do pop e rock nacional. Nomes como Titãs, Ira!, Jorge Benjor e Plebe Rude ganham versões que trazem a marca da personalidade de seus integrantes, dando novos olhares e ampliando as possibilidades sonoras de clássicos da música nacional que marcaram e seguem conectando gerações. “Um punk rock como você nunca viu ou ouviu”, garante a banda. Composta por avatares virtuais e com cada música visualmente assinada pelo renomado cineasta Raul Machado (Chico Science, Sepultura, Anitta, Planet Hemp), o trio subverte a lógica do mercado e não disponibiliza suas faixas em plataformas digitais. Por isso, o show ao vivo torna-se a única maneira de compreender a proposta da banda como um todo, proporcionando uma experiência completa que vai muito além de uma apresentação convencional. Investindo cada vez mais em suas canções autorais inéditas, Banana Gun deixa claro que a música importa mais que os indivíduos que tocam os instrumentos no palco. “Todos sempre estaremos escondidos, dispensáveis e substituíveis. Mas, sempre teremos músicos, de verdade, tocando e fazendo música nos shows”, explica o trio. Fora do streaming e sucesso no rádio O sucesso &#8220;fora da rede&#8221; é comprovado por dados reais. Por meio da tecnologia de Inteligência Artificial da Connectmix, que monitora mais de 6.500 emissoras no Brasil, a performance de &#8220;Arregaço&#8221; foi auditada em tempo real. Além do topo no RS, a faixa alcançou o 3º lugar na região Sul no lançamento e fechou o mês de fevereiro na 2ª posição do ranking mensal. &#8220;O rádio ainda é o maior validador de sucessos. A Banana Gun prova que uma boa música, aliada a uma distribuição estratégica para mais de 30 mil profissionais de rádio, rompe a barreira do digital&#8221;, explica Júnior Demarco, diretor da Connectmix. Afinal, quem é o Banana Gun NeXT: O dono da banda. Um ser intergaláctico, gênio da genética e do ocultismo. Rico, poderoso e totalmente louco; Gun: é um desertor do &#8220;Exército dos 12 Macacos&#8221;. Fugitivo de laboratório com supermemória, é o guerreiro percussivo e investidor do mercado financeiro; e o Deputado: único humano. Um ex-militante extraditado que fez um pacto na encruzilhada para se tornar um guitar hero. Hoje, um político conservador e monstro dos riffs. ServiçoBanana Gun no La IglesiaQuando: Dia 17 de Abril &#8211; 20hOnde: Rua João Moura, 515 &#8211; Galpão 6 &#8211; Pinheiros, São Paulo &#8211; SPIngressos: https://101tickets.com.br/events/details/Banan-Gun-no-La-Iglesia Acompanhe a banda: Instagram: https://www.instagram.com/bananagunoficial TikTok: https://www.tiktok.com/@bananagunoficial Ouça no Youtube: www.youtube.com/@BananaGunOficial]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="169" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/04/channels4_banner-1024x169.jpg" alt="" class="wp-image-1114" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/04/channels4_banner-1024x169.jpg 1024w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/04/channels4_banner-300x50.jpg 300w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/04/channels4_banner-768x127.jpg 768w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/04/channels4_banner-1536x254.jpg 1536w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/04/channels4_banner.jpg 1707w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Líder no Pop gaúcho, trio se apresenta no La Iglesia no dia 17 de abril</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o single “Arregaço” conquistar o 1º lugar no gênero Pop no Rio Grande do Sul, a banda paulista Banana Gun faz um show inédito no La Iglesia, em São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No próximo dia 17 de abril, os experientes músicos, em carne e osso, apresentam ao vivo um repertório com músicas autorais e releituras que promove ao fã uma viagem afetiva pela história do pop e rock nacional. Nomes como Titãs, Ira!, Jorge Benjor e Plebe Rude ganham versões que trazem a marca da personalidade de seus integrantes, dando novos olhares e ampliando as possibilidades sonoras de clássicos da música nacional que marcaram e seguem conectando gerações. “Um punk rock como você nunca viu ou ouviu”, garante a banda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Composta por avatares virtuais e com cada música visualmente assinada pelo renomado cineasta Raul Machado (Chico Science, Sepultura, Anitta, Planet Hemp), o trio subverte a lógica do mercado e não disponibiliza suas faixas em plataformas digitais. Por isso, o show ao vivo torna-se a única maneira de compreender a proposta da banda como um todo, proporcionando uma experiência completa que vai muito além de uma apresentação convencional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Investindo cada vez mais em suas canções autorais inéditas, Banana Gun deixa claro que a música importa mais que os indivíduos que tocam os instrumentos no palco. “Todos sempre estaremos escondidos, dispensáveis e substituíveis. Mas, sempre teremos músicos, de verdade, tocando e fazendo música nos shows”, explica o trio.<br><br><strong>Fora do streaming e sucesso no rádio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O sucesso &#8220;fora da rede&#8221; é comprovado por dados reais. Por meio da tecnologia de Inteligência Artificial da Connectmix, que monitora mais de 6.500 emissoras no Brasil, a performance de &#8220;Arregaço&#8221; foi auditada em tempo real. Além do topo no RS, a faixa alcançou o 3º lugar na região Sul no lançamento e fechou o mês de fevereiro na 2ª posição do ranking mensal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;O rádio ainda é o maior validador de sucessos. A Banana Gun prova que uma boa música, aliada a uma distribuição estratégica para mais de 30 mil profissionais de rádio, rompe a barreira do digital&#8221;</em>, explica Júnior Demarco, diretor da Connectmix.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Afinal, quem é o Banana Gun</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NeXT:</strong> O dono da banda. Um ser intergaláctico, gênio da genética e do ocultismo. Rico, poderoso e totalmente louco; <strong>Gun:</strong> é um desertor do &#8220;Exército dos 12 Macacos&#8221;. Fugitivo de laboratório com supermemória, é o guerreiro percussivo e investidor do mercado financeiro; e o <strong>Deputado:</strong> único humano. Um ex-militante extraditado que fez um pacto na encruzilhada para se tornar um <em>guitar hero</em>. Hoje, um político conservador e monstro dos riffs.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviço</strong><br>Banana Gun no La Iglesia<br>Quando: Dia 17 de Abril &#8211; 20h<br>Onde: Rua João Moura, 515 &#8211; Galpão 6 &#8211; Pinheiros, São Paulo &#8211; SP<br>Ingressos: <a href="https://101tickets.com.br/events/details/Banan-Gun-no-La-Iglesia" target="_blank" rel="noopener">https://101tickets.com.br/events/details/Banan-Gun-no-La-Iglesia<br><br></a><strong>Acompanhe a banda</strong><strong>:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Instagram:</strong><a href="https://www.instagram.com/asfixiasocial/" target="_blank" rel="noopener"> </a><a href="https://www.instagram.com/bananagunoficial" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/bananagunoficial</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>TikTok:</strong><a href="https://www.instagram.com/asfixiasocial/" target="_blank" rel="noopener"> </a><a href="https://www.tiktok.com/@bananagunoficial" target="_blank" rel="noopener">https://www.tiktok.com/@bananagunoficial</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ouça no Youtube:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.youtube.com/@BananaGunOficial" target="_blank" rel="noopener">www.youtube.com/@BananaGunOficial</a></p>
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		<title>Asfixia Social se prepara para excursionar pelo Brasil com as lendárias bandas punks Los Fastidios e Varukers</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 13:41:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música e shows]]></category>
		<category><![CDATA[Rolês]]></category>
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					<description><![CDATA[Em turnê histórica entre abril e maio, grupo paulista une forças com os ícones internacionais enquanto antecipa o lançamento do novo álbum, &#8220;Mess Bigger&#8221;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Crédito: Luís Lopes Fotos de divulgaçãoOuça Revolutionary RapportAssista ao videoclipe de Revolutionary Rapport A cena underground brasileira está prestes a testemunhar um encontro de gerações e ideais que reafirma o poder político da música urbana. O Asfixia Social, conhecido por sua fusão explosiva de rap, punk, hardcore e ska, foi a banda escolhida para abrir as apresentações das lendárias Los Fastidios (Itália) e The Varukers (Reino Unido) em sua passagem pelo país. Mais do que uma sequência de shows, a escolha do Asfixia Social para compartilhar o palco com esses dois pilares do punk rock global celebra uma afinidade ideológica profunda. Enquanto os italianos do Los Fastidios são referências mundiais no street-punk antirracista e os britânicos do Varukers carregam o estandarte do D-beat e da resistência anarcopunk desde os anos 80, o Asfixia Social traz o sotaque das periferias paulistas para o front, provando que a luta contra a opressão fala uma língua universal. Este encontro simboliza o fortalecimento de uma rede internacional de resistência cultural, onde o palco se torna uma trincheira de mensagens urgentes e batidas implacáveis. A forte conexão entre as bandas não é de hoje e se consolida a cada projeto. Depois de abrir os shows da última passagem do The Varukers, em 2024, o quarteto liderado por Anthony &#8220;Rat&#8221; Martin recebeu a banda paulista para shows memoráveis na Inglaterra, um deles em Nottingham, cidade natal dos britânicos. Com os italianos da Los Fastidios, a banda já esteve três vezes no Rebellion Festival, maior festival punk do mundo, na Inglaterra, e em casas de show por cidades como Londres, Derby e Manchester. Essa aliança atravessa o oceano mais uma vez e se materializa agora em uma agenda intensa. Asfixia Social e Los Fastidios se apresentam juntos em abril, em Curitiba, Sorocaba e São Paulo. Já com os Varukers, eles subirão aos palcos brasileiros para 10 shows em maio, com destaque para a estreia no Goiânia Noise, um dos festivais de rock independente mais tradicionais do país, no dia 10 de maio.&#8221; “Los Fastidios é uma das bandas mais ativas do mundo, é surreal a energia que eles trazem! E o Varukers carrega a essência do Punk Rock! Essa conexão com o Asfixia Social é muito massa porque une a velha escola e a nova escola numa energia cabulosa! Os últimos shows que fizemos com essas bandas lá na Inglaterra foram insanos! Agora aqui no Brasil a parada fica mais séria ainda: são 3 shows com a Los Fastidios e 10 shows com o Varukers”, diz Kaneda, vocalista do Asfixia Social. O Asfixia Social será o responsável por preparar o terreno para os italianos em três datas. No dia 23 de abril, no Belvedere, em Curitiba; dia 24 de abril, no Asteroid Bar, em Sorocaba; e fechando a trinca no dia 25 de abril, na Jai Club, em São Paulo. A turnê brasileira do Varukers acontece entre 7 e 17 de maio, e o Asfixia Social acompanha a banda em todos os shows, exceto Sorocaba: The Varukers no Brasil 2026 Los Fastidios no Brasil 2026 Sobre o Asfixia SocialFormada em 2007 nas ruas de São Paulo, o Asfixia Social é uma das vozes mais potentes e autênticas da resistência cultural brasileira contemporânea. Conhecida por sua sonoridade híbrida e explosiva, a banda transita com maestria entre o hardcore, punk, rap, ska e reggae, criando uma identidade única que une a urgência do asfalto à cadência dos ritmos periféricos. Com letras profundamente politizadas e centradas na realidade social, o grupo se destaca no cenário underground por utilizar a música como ferramenta de transformação e denúncia. Essa atitude, somada a performances viscerais, levou o Asfixia Social a palcos internacionais, consolidando sua relevância tanto nas comunidades onde nasceu quanto nos maiores festivais de música alternativa do mundo. Formada por Kaneda Mukhtar (voz e trompete), Thiko Garcia (guitarra), Leo Oliveira (baixo), Jahya (saxofone) e Barba (bateria), a banda prepara o lançamento de seu novo álbum, &#8220;Mess Bigger&#8221;, reafirmando seu compromisso com a arte livre e a luta coletiva. Os singles “Walls Won&#8217;t Make You Safe”, “Capoeira-Karatê” e “Revolutionary Rapport” já estão disponíveis nas plataformas digitais, acompanhadas pelos respectivos videoclipes. O registro audiovisual de “Revolutionary Rapport” traduz a vivência recente da banda durante a turnê europeia de 2025, conectando palcos de grandes festivais e espaços alternativos. “A gente faz um som pra unir todas as vertentes da cultura de rua e reverenciar sua raíz de luta. Acabamos de lançar ‘Capoeira-Karatê’ e ‘Revolutionary Rapport’ nessa pegada, hardcore, ragga, ska, punk, rap, metal e música brasileira. É essa mistura que vai estar no nosso próximo álbum ‘Mess Bigger’, que lançaremos em maio na tour com o Varukers!” Sobre The VarukersÍcone do punk britânico, o The Varukers foi formado em 1979 pelo vocalista Anthony &#8220;Rat&#8221; Martin, consolidando sua influência definitiva no início dos anos 80. Conhecida pelas letras de forte ideologia anarquista, a banda atravessou diversas formações ao longo das décadas, mantendo Rat como a voz constante e pilar fundamental do grupo desde 1985. Sobre Los FastidiosUm dos maiores ícones do street-punk e do ska-punk mundial. Formada em 1991 em Verona, na Itália, a banda é liderada por Enrico de Angelis (também fundador do selo KOB Records) e se tornou uma voz fundamental na cena antifascista global. Siga o Asfixia Social nas redes: Instagram: https://www.instagram.com/asfixiasocial/&#160; YouTube: https://www.youtube.com/asfixiasocial&#160; Ouça no Spotify:]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Em turnê histórica entre abril e maio, grupo paulista une forças com os ícones internacionais enquanto antecipa o lançamento do novo álbum, &#8220;Mess Bigger&#8221;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1024x768.jpeg" alt="Crédito: Luís Lopes" class="wp-image-1108" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1024x768.jpeg 1024w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-300x225.jpeg 300w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-768x576.jpeg 768w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1536x1152.jpeg 1536w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crédito: Luís Lopes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1s6NAiSHpLmXqco6_ptrLfuKg0sPAlypY?usp=drive_link" target="_blank" rel="noopener">Fotos de divulgação</a><br><a href="https://go.nikita.com.br/RevolutionaryRapport_AsfixiaSocialErickJay" target="_blank" rel="noopener">Ouça Revolutionary Rapport</a><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=j2C_rkp0ayQ" target="_blank" rel="noopener">Assista ao videoclipe de Revolutionary Rapport</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A cena underground brasileira está prestes a testemunhar um encontro de gerações e ideais que reafirma o poder político da música urbana. O Asfixia Social, conhecido por sua fusão explosiva de rap, punk, hardcore e ska, foi a banda escolhida para abrir as apresentações das lendárias Los Fastidios (Itália) e The Varukers (Reino Unido) em sua passagem pelo país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que uma sequência de shows, a escolha do Asfixia Social para compartilhar o palco com esses dois pilares do punk rock global celebra uma afinidade ideológica profunda. Enquanto os italianos do Los Fastidios são referências mundiais no street-punk antirracista e os britânicos do Varukers carregam o estandarte do D-beat e da resistência anarcopunk desde os anos 80, o Asfixia Social traz o sotaque das periferias paulistas para o front, provando que a luta contra a opressão fala uma língua universal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este encontro simboliza o fortalecimento de uma rede internacional de resistência cultural, onde o palco se torna uma trincheira de mensagens urgentes e batidas implacáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A forte conexão entre as bandas não é de hoje e se consolida a cada projeto. Depois de abrir os shows da última passagem do The Varukers, em 2024, o quarteto liderado por Anthony &#8220;Rat&#8221; Martin recebeu a banda paulista para shows memoráveis na Inglaterra, um deles em Nottingham, cidade natal dos britânicos. Com os italianos da Los Fastidios, a banda já esteve três vezes no Rebellion Festival, maior festival punk do mundo, na Inglaterra, e em casas de show por cidades como Londres, Derby e Manchester.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa aliança atravessa o oceano mais uma vez e se materializa agora em uma agenda intensa. Asfixia Social e Los Fastidios se apresentam juntos em abril, em Curitiba, Sorocaba e São Paulo. Já com os Varukers, eles subirão aos palcos brasileiros para 10 shows em maio, com destaque para a estreia no Goiânia Noise, um dos festivais de rock independente mais tradicionais do país, no dia 10 de maio.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Los Fastidios é uma das bandas mais ativas do mundo, é surreal a energia que eles trazem! E o Varukers carrega a essência do Punk Rock! Essa conexão com o Asfixia Social é muito massa porque une a velha escola e a nova escola numa energia cabulosa! Os últimos shows que fizemos com essas bandas lá na Inglaterra foram insanos! Agora aqui no Brasil a parada fica mais séria ainda: são 3 shows com a Los Fastidios e 10 shows com o Varukers”, diz Kaneda, vocalista do Asfixia Social.<br><br></em>O Asfixia Social será o responsável por preparar o terreno para os italianos em três datas. No dia 23 de abril, no Belvedere, em Curitiba; dia 24 de abril, no Asteroid Bar, em Sorocaba; e fechando a trinca no dia 25 de abril, na Jai Club, em São Paulo. A turnê brasileira do Varukers acontece entre 7 e 17 de maio, e o Asfixia Social acompanha a banda em todos os shows, exceto Sorocaba:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>The Varukers no Brasil 2026</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>7 de maio &#8211; Asteroid Bar, Sorocaba SP</li>



<li>8 de maio &#8211; Cine Joia, São Paulo SP</li>



<li>9 de maio &#8211; Don Kmaleon Bar, Ribeirão Preto SP</li>



<li>10 de maio &#8211; Festival Goiânia Noise, GO</li>



<li>11 de maio &#8211; Infinu Pub, Brasília DF</li>



<li>12 de maio &#8211; Kaos Pub, Uberlândia MG</li>



<li>13 de maio &#8211; Praça pública, Patos de Minas MG</li>



<li>14 de maio &#8211; Palco e Balcão Bar, Divinópolis MG</li>



<li>15 de maio &#8211; Festival Punk no Park, Belo Horizonte MG</li>



<li>16 de maio, Festival Punk in Rio RJ</li>



<li>17 de maio, Hocus Pocus, São José dos Campos SP</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Los Fastidios no Brasil 2026</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dia 23 de abril &#8211; Belvedere &#8211; Curitiba</li>



<li>Dia 24 de abril &#8211; Asteroid Bar &#8211; Sorocaba</li>



<li>Dia 25 de abril &#8211; Jai Club &#8211; Jai Club</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><br></strong><strong>Sobre o Asfixia Social</strong><br>Formada em 2007 nas ruas de São Paulo, o Asfixia Social é uma das vozes mais potentes e autênticas da resistência cultural brasileira contemporânea. Conhecida por sua sonoridade híbrida e explosiva, a banda transita com maestria entre o hardcore, punk, rap, ska e reggae, criando uma identidade única que une a urgência do asfalto à cadência dos ritmos periféricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com letras profundamente politizadas e centradas na realidade social, o grupo se destaca no cenário underground por utilizar a música como ferramenta de transformação e denúncia. Essa atitude, somada a performances viscerais, levou o Asfixia Social a palcos internacionais, consolidando sua relevância tanto nas comunidades onde nasceu quanto nos maiores festivais de música alternativa do mundo.<br><br>Formada por Kaneda Mukhtar (voz e trompete), Thiko Garcia (guitarra), Leo Oliveira (baixo), Jahya (saxofone) e Barba (bateria), a banda prepara o lançamento de seu novo álbum, &#8220;Mess Bigger&#8221;, reafirmando seu compromisso com a arte livre e a luta coletiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os singles “Walls Won&#8217;t Make You Safe”, “Capoeira-Karatê” e “Revolutionary Rapport” já estão disponíveis nas plataformas digitais, acompanhadas pelos respectivos videoclipes. O registro audiovisual de “Revolutionary Rapport” traduz a vivência recente da banda durante a turnê europeia de 2025, conectando palcos de grandes festivais e espaços alternativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“A gente faz um som pra unir todas as vertentes da cultura de rua e reverenciar sua raíz de luta. Acabamos de lançar ‘Capoeira-Karatê’ e ‘Revolutionary Rapport’ nessa pegada, hardcore, ragga, ska, punk, rap, metal e música brasileira. É essa mistura que vai estar no nosso próximo álbum ‘Mess Bigger’, que lançaremos em maio na tour com o Varukers!”</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre The Varukers</strong><br>Ícone do punk britânico, o The Varukers foi formado em 1979 pelo vocalista Anthony &#8220;Rat&#8221; Martin, consolidando sua influência definitiva no início dos anos 80. Conhecida pelas letras de forte ideologia anarquista, a banda atravessou diversas formações ao longo das décadas, mantendo Rat como a voz constante e pilar fundamental do grupo desde 1985.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre Los Fastidios</strong><strong><br></strong>Um dos maiores ícones do street-punk e do ska-punk mundial. Formada em 1991 em Verona, na Itália, a banda é liderada por Enrico de Angelis (também fundador do selo KOB Records) e se tornou uma voz fundamental na cena antifascista global.</p>



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