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	<title>show &#8211; Adriana de Barros</title>
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	<description>Jornalista - Rolezeira</description>
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	<title>show &#8211; Adriana de Barros</title>
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		<title>Sesc Pompeia celebra a obra de Moraes Moreira com shows e audição comentada de álbum histórico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 22:36:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música e shows]]></category>
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					<description><![CDATA[“Desabafo e Desafio” reúne Davi Moraes, Armandinho, Dadi e Márcia Castro em homenagem ao primeiro disco solo do cantor baiano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/09/m-m-169.-creditos-fotografia-de-aderi-costa-939x1024.webp" alt="A imagem atual não possui texto alternativo. O nome do arquivo é: m-m-169.-creditos-fotografia-de-aderi-costa.webp" style="aspect-ratio:0.9169992835943097;width:566px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>Crédito: Aderi Costa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sesc Pompeia recebe, entre os dias 7 e 9 de outubro, a programação especial <strong>“Desabafo e Desafio”</strong>, dedicada à trajetória e ao legado de <strong>Moraes Moreira</strong>, um dos artistas mais inventivos da música brasileira. A iniciativa tem como ponto de partida o álbum <em>Moraes Moreira</em>, lançado em 1975, marco da estreia solo do compositor após sua saída dos Novos Baianos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta reúne músicos que compartilharam momentos importantes da história de Moraes Moreira e artistas que mantêm viva a tradição da música baiana. No palco da Comedoria, nos dias <strong>8 e 9 de outubro, às 21h</strong>, estarão <strong>Davi Moraes</strong>, <strong>Armandinho</strong>, <strong>Dadi</strong>, <strong>Cesinha</strong>, <strong>André Macedo</strong> e <strong>Márcia Castro</strong>, revisitando as canções que ajudaram a consolidar uma nova fase da carreira do compositor.<br><br>Antes dos shows, o público terá a oportunidade de conhecer mais profundamente a história do álbum que inspira o projeto. No dia <strong>7 de outubro, às 19h</strong>, o espaço <strong>Canto e Assovio</strong> recebe uma audição comentada conduzida por <strong>Davi Moraes, Armandinho e Dadi</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o encontro, os músicos ouvirão o disco junto ao público e compartilharão bastidores da produção, curiosidades sobre as gravações, informações sobre os artistas envolvidos e reflexões sobre o contexto cultural da época. A atividade também propõe uma escuta atenta das características musicais do álbum, destacando a forma como o trabalho aproxima gêneros como frevo, samba e rock, além do protagonismo da guitarra baiana em sua construção sonora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que uma homenagem, “Desabafo e Desafio” propõe uma revisita afetiva e histórica a um repertório essencial da música brasileira, aproximando diferentes gerações de artistas e espectadores em torno da obra de um compositor que ajudou a redefinir os caminhos da música popular do país.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um álbum que marcou a música brasileira</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Lançado em 1975, o disco <em>Moraes Moreira</em> representou um momento de transformação na trajetória artística do cantor e compositor baiano. Depois de integrar os Novos Baianos, grupo responsável por um dos capítulos mais importantes da música brasileira, Moraes iniciou uma caminhada individual que ampliou ainda mais seus horizontes criativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O álbum apresenta uma combinação singular de influências, conectando elementos do frevo, do samba, do rock e da música nordestina. Um dos destaques é “Guitarra Baiana”, faixa que faz referência direta ao instrumento que se tornaria símbolo da tradição dos trios elétricos e da identidade musical da Bahia. O repertório também dialoga com referências clássicas da cultura popular brasileira, como a obra de Luiz Gonzaga, revelando a capacidade de Moraes em aproximar diferentes universos musicais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A programação reúne artistas que possuem vínculos profundos com a história de Moraes Moreira. <strong>Davi Moraes</strong>, filho do compositor, leva ao palco não apenas sua experiência como músico, mas também a convivência construída ao lado do pai desde a infância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao seu lado estará <strong>Armandinho</strong>, parceiro de longa data de Moraes Moreira e integrante da histórica banda <strong>A Cor do Som</strong>, que acompanhou diferentes momentos da carreira do compositor. Completa esse núcleo <strong>Dadi</strong>, baixista que integrou a formação original dos Novos Baianos e participou de álbuns fundamentais da música brasileira, como <em>Acabou Chorare</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo ganha ainda a força de <strong>Cesinha</strong>, baterista com passagens por trabalhos de artistas como Caetano Veloso, Marisa Monte, Ivan Lins, Kid Abelha, Marina Lima e Cássia Eller; de <strong>André Macedo</strong>, representante de uma linhagem diretamente conectada ao legado de Armandinho, Dodô e Osmar; e da cantora e violonista <strong>Márcia Castro</strong>, dona de uma sólida carreira autoral construída ao longo de mais de duas décadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"></h2>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Com Melvins, Osees e atrações nacionais, festival Levitation estreia no Brasil</title>
		<link>https://adrianadebarros.com.br/2026/08/18/com-melvins-osees-e-atracoes-nacionais-festival-levitation-estreia-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 02:23:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música e shows]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento acontece em janeiro de 2027, no Komplexo Tempo, em São Paulo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/MELVINS-1024x683.jpg" alt="Imagem atual: MELVINS" style="aspect-ratio:1.499330655957162;width:755px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nascido em Austin, no Texas (EUA), o festival Levitation ganha a primeira edição brasileira. O evento está marcado para 23 de janeiro de 2027, no Komplexo Tempo, em São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na noite desta segunda-feira (17), André Barcinski e Leandro Carbonato, da produtora Maraty, reuniram a imprensa para revelar as novidades e confirmar o lineup oficial do festival. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Encabeçando a programação internacional, o lendário Melvins retorna ao Brasil após 17 anos como uma das atrações mais aguardadas. Formado em 1983 sob a liderança de Buzz Osborne, e acompanhado pelo baterista Dale Crover, o grupo é fundamental na história da música extrema por desacelerar o hardcore com riffs densos e afinados em graves pesados, ajudando a fundar o sludge metal e servindo de inspiração direta para Kurt Cobain e a cena grunge de Seattle. O Osees, comandado por John Dwyer, desembarca com sua reconhecida máquina de som ao vivo movida por duas baterias. Transitando por garage punk, krautrock e arranjos psicodélicos, o grupo apresenta faixas do recente álbum OFF COURSE (2026) e conta com a participação especial da vocalista e tecladista Brigid Dawson.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-23.10.33-2-1024x768.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026 08 17 at 23.10.33" class="wp-image-1701" style="width:560px;height:auto" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-23.10.33-2-1024x768.jpeg 1024w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-23.10.33-2-300x225.jpeg 300w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-23.10.33-2-768x576.jpeg 768w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-23.10.33-2.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Leandro Carbonato, André Barcinski e Letícia Pettená em coletiva</figcaption></figure>
</div>




<p class="wp-block-paragraph">Completando o time de fora, o trio japonês Boris celebra os 20 anos de seu aclamado disco Pink ao mesmo tempo em que resgata clássicos da trilogia Heavy Rocks. A banda de Tóquio, que curiosamente tirou seu nome de uma faixa do próprio Melvins, é famosa por alternar entre o doom metal arrastado, shoegaze e sonoridades experimentais com volume máximo. Já os californianos do Frankie and the Witch Fingers trazem o frescor e a urgência da nova psicodelia norte-americana. Misturando proto-punk, surf music, new wave e elementos industriais, o quinteto apresenta o repertório ácido do elogiado álbum Trash Classic (2025).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A força do underground brasileiro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O lado nacional do festival traz quatro projetos de forte apelo autoral e prestígio crítico. O trio instrumental paulistano Ema Stoned aplica seu &#8220;rock digressivo&#8221; focado em jams psicodélicas, mantendo a bagagem da recente parceria com Edgard Scandurra (Ira!). Já a Bike, vinda de São José dos Campos e com extensa rodagem internacional, leva ao palco as faixas do disco Noise Meditations (2025), trabalho que figurou na lista da APCA com sua mistura única de krautrock, Tropicália e repetição motorik.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fechando o lineup, o Test mostra por que é um dos duos mais respeitados do metal extremo mundial. Formado por João Kombi e Barata, a dupla leva para o palco a mesma estética ruidosa de deathgrind que os levou a fazer mais de mil shows por 30 países. Por fim, o sexteto Bufo Borealis completa a experiência com uma fusão energética de jazz-funk, hip-hop e psicodelia, consolidando o repertório autoral do álbum Natureza (2025) e provando a diversidade sonora da edição de estreia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E as novidades não acabam aqui. Barcinski adiantou que mais nomes devem figurar na escalação completa em breve.<br><br><em>Serviço</em><br><strong>Levitation Brasil</strong><br><strong>Atrações: Melvins, Osees, Boris, Frankie and the Witch Fingers, Test, Bike, Ema Stoned e Bufo Borealis</strong><br><strong>Quando: </strong>Sábado, 23 de janeiro de 2027<br><strong>Onde: </strong>Komplexo Tempo &#8211; Avenida Henry Ford, 511, Parque da Mooca, São Paulo<br><strong>Inf:</strong> <a href="https://www.levitationbrasil.com" target="_blank" rel="noopener">https://www.levitationbrasil.com</a><br>Venda: a partir de 19 de agosto na Fastix &#8211; <a href="https://fastix.com.br/events/levitation-brasil" target="_blank" rel="noopener">https://fastix.com.br/events/levitation-brasil</a><br>Ingressos físicos sem taxa: Loja 255 da Galeria do Rock (R. 24 de Maio 62, Centro)</p>



<figure class="wp-block-embed"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://fastix.com.br/events/levitation-brasil
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Asfixia Social, Devotos e No Rest anunciam turnê histórica pelo Sul e Sudeste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 14:57:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Encontro marca a força do punk hardcore autoral brasileiro reunindo referências de São Paulo, Pernambuco e Rio Grande do Sul ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/asfixia_devotos_norest-1024x563.jpg" alt="Imagem atual: asfixia devotos norest" style="aspect-ratio:1.8188584768413574;width:658px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O underground brasileiro se prepara para um dos encontros mais potentes da música independente em 2026. Três gerações do punk hardcore e da música de protesto autoral sobem juntas aos palcos em uma turnê conjunta que percorrerá os estados do Paraná e de São Paulo entre os dias 13 e 16 de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A união conecta a sonoridade urbana e contestadora da paulistana Asfixia Social, a história e a representatividade do Devotos (PE) e a força antifascista do No Rest (RS).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Peso das Atrações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Asfixia Social (SP): </strong>Diretamente de São Paulo, o quinteto mistura punk rock, ska, rap, hardcore e ritmos regionais. Embalados pelo aclamado álbum &#8220;Mess Bigger&#8221; e pelo registro do DVD &#8220;Ao Vivo em Berlim&#8221;, o show serve também como esquenta para a quinta turnê europeia da banda, marcada para outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Devotos (PE):</strong> Nascido no Alto José do Pinho, em Recife, o trio é uma verdadeira instituição do punk hardcore latino-americano. Com mais de três décadas de estrada, a banda é pioneira em fundir a agressividade do estilo à consciência social e às raízes nordestinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>No Rest (RS): </strong>Na estrada desde 1989 em Porto Alegre, o grupo mescla crust, punk e metal. Liderada pelos vocais marcantes de Aline Rodrigues, a banda é referência de engajamento político, antifascismo e feminismo no underground nacional e internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Datas e Itinerário</strong><br>A turnê conta com convidados especiais em datas selecionadas, incluindo Os Replicantes, Degeneração, Zepelim e o Sopro do Cão, Bong Brigade e Killah.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>AGENDA DE SHOWS</strong><br>13.AGO | Curitiba / PR – Basement Cultural (@basementcultural)<br>14.AGO | São Paulo / SP – Red Star Studios (@redstar.audio)<br>15.AGO | Sorocaba / SP – Asteroid Bar (@asteroid_bar)<br>16.AGO | Campinas / SP – Blacaman (@blacaman.oficial)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Asfixia Social lança DVD gravado ao vivo no lendário Schokoladen, em Berlim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:11:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música e shows]]></category>
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					<description><![CDATA[Crédito: Luís Lopes Após o marcante lançamento do álbum &#8220;Mess Bigger&#8221;, a banda paulistana Asfixia Social consolida mais uma etapa importante de sua trajetória com o lançamento do seu novo DVD gravado no lendário espaço cultural Schokoladen, em Berlim. Capturado ao vivo em 9 de julho de 2025, o registro marca o pontapé inicial da 4ª turnê europeia do grupo. O trabalho une a energia contestadora do punk, ska, rap e ritmos brasileiros à atmosfera de um dos espaços culturais mais emblemáticos do underground mundial. Segundo o vocalista Kaneda, tocar na Schokoladen é especial demais. “Um lugar clássico, a casa cheia, gente de todo lugar do mundo reverenciando a cultura de rua. Isso aqui é resistência pura”. Localizado na Ackerstraße, no bairro de Mitte, o prédio do Schokoladen foi originalmente uma fábrica de chocolates no início do século XX. Após a queda do Muro de Berlim em 1990, artistas e ativistas ocuparam o espaço, transformando-o em um centro cultural autogerido dedicado à música independente, literatura, teatro e ações sociais. Funcionando como uma associação sem fins lucrativos administrada por voluntários, o Schokoladen tornou-se símbolo da resistência contra a gentrificação e a especulação imobiliária em Mitte. A preservação do espaço foi consolidada em 2012 por meio de um acordo com a Fundação Edith Maryon e a cidade de Berlim. Conhecido como rito de passagem para turnês independentes na Europa, o palco do Schokoladen já recebeu bandas como Fontaines D.C. e Future Islands antes da fama global, além de shows intimistas de ícones locais como o Beatsteaks.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="602" height="316" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/asfixia.jpg" alt="asfixia" class="wp-image-1653" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/asfixia.jpg 602w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/08/asfixia-300x157.jpg 300w" sizes="(max-width: 602px) 100vw, 602px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>Crédito: Luís Lopes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o marcante lançamento do álbum &#8220;Mess Bigger&#8221;, a banda paulistana Asfixia Social consolida mais uma etapa importante de sua trajetória com o lançamento do seu novo DVD gravado no lendário espaço cultural Schokoladen, em Berlim. Capturado ao vivo em 9 de julho de 2025, o registro marca o pontapé inicial da 4ª turnê europeia do grupo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho une a energia contestadora do punk, ska, rap e ritmos brasileiros à atmosfera de um dos espaços culturais mais emblemáticos do underground mundial. Segundo o vocalista Kaneda, tocar na Schokoladen é especial demais. “Um lugar clássico, a casa cheia, gente de todo lugar do mundo reverenciando a cultura de rua. Isso aqui é resistência pura”.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ASFIXIA SOCIAL - LIVE IN BERLIN AT SCHOKOLADEN [FULL SET]" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/2wGtaZU8GDc?start=2458&#038;feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Localizado na <em>Ackerstraße</em>, no bairro de Mitte, o prédio do Schokoladen foi originalmente uma fábrica de chocolates no início do século XX. Após a queda do Muro de Berlim em 1990, artistas e ativistas ocuparam o espaço, transformando-o em um centro cultural autogerido dedicado à música independente, literatura, teatro e ações sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Funcionando como uma associação sem fins lucrativos administrada por voluntários, o Schokoladen tornou-se símbolo da resistência contra a gentrificação e a especulação imobiliária em Mitte. A preservação do espaço foi consolidada em 2012 por meio de um acordo com a Fundação Edith Maryon e a cidade de Berlim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecido como rito de passagem para turnês independentes na Europa, o palco do Schokoladen já recebeu bandas como Fontaines D.C. e Future Islands antes da fama global, além de shows intimistas de ícones locais como o Beatsteaks.</p>



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		<title>Como Manuela Navas transformou telas íntimas em projeções para o show &#8220;O Grande Encontro do Samba&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 20:57:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Música e shows]]></category>
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					<description><![CDATA[Artista também é responsável por imagens de importantes livros da literatura nacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/IMG_1470-1-874x1024.jpg" alt="" style="aspect-ratio:0.8535230051122472;width:542px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><br>A obra de Manuela Navas está presente nas projeções do show “<em>O Maior Encontro do Samba”</em>, que reúne Alcione, Zeca Pagodinho e Jorge Aragão. A artista transita com naturalidade entre as artes plásticas, a música e a literatura nacional. Com passagens por exposições de destaque no circuito nacional e internacional, além de parcerias com nomes como Marcelo D2 e o escritor Itamar Vieira Junior, a pesquisa da artista visual investiga como memórias individuais se transformam em herança coletiva. Em entrevista, ela pontua os desafios de levar a pintura para a escala dos grandes estádios e debate os rótulos frequentemente atribuídos à produção de mulheres negras nas artes visuais. Leia na íntegra a entrevista exclusiva com a artista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Recentemente, o seu trabalho ganhou uma escala monumental e uma conexão direta com a música popular brasileira ao assinar as projeções visuais do show <em>O Maior Encontro do Samba</em>, que reuniu no palco Alcione, Zeca Pagodinho e Jorge Aragão. Como aconteceu o convite e qual foi a sensação de ver suas pinturas ganhando proporções gigantescas ao lado dessas três lendas da música brasileira?</strong><br>Manuela Navas: Recebi o convite este ano do queridíssimo Batman Zavarese, com quem já havia trabalhado anteriormente na cenografia do show Zeca Pagodinho 40 Anos e também no projeto da Aliança Global, festival do G20 sediado no Rio de Janeiro. Voltar a colaborar com ele foi uma honra imensa. Além disso, integrar uma equipe tão talentosa, ao lado de artistas que admiro, como Bea Machado, Yan e tantos outros profissionais brilhantes, tornou essa experiência ainda mais especial. Estar ao lado de Alcione, Zeca Pagodinho e Jorge Aragão é algo que ultrapassa qualquer sonho que eu poderia ter. São artistas que escuto desde a infância, que fazem parte da minha formação como brasileira e que, de muitas maneiras, também me ensinaram a olhar para o mundo. A música deles atravessa a minha história e a de tantas pessoas no Brasil. Ver minhas pinturas ganhando essa escala e dialogando com a música deles foi emocionante. Meu trabalho em sua maioria parte da imagem, mas ele também nasce do ritmo e da memória, então quando essas pinturas passam a ocupar um palco dessa dimensão, com todo o olhar do Batman por trás, conversando também com as músicas dos gigantes Alcione, Zeca Pagodinho e Jorge Aragão, é como se tudo tomasse outra forma de um forma muito bonita.  Contribuir visualmente para um espetáculo que reúne três das maiores referências do samba brasileiro foi uma alegria difícil de colocar em palavras.<br><br><strong>A música de Zeca, Alcione e Jorge Aragão narra a vida, o amor, a boemia e o cotidiano do subúrbio e das periferias, temas muito fortes na sua identidade visual. Como foi o processo criativo para traduzir as músicas deles em imagens? Você criou obras inéditas para o show ou adaptou algo do seu acervo?</strong><br>Todas as imagens utilizadas na cenografia eram obras que já faziam parte da minha produção. Eu não criei pinturas inéditas especificamente para o espetáculo, e isso foi muito bonito de perceber, porque revelou que já existia um diálogo natural entre o meu trabalho e o universo da Alcione, Zeca Pagodinho e Jorge Aragão. Embora seja muito comum associar minha produção à representação da periferia e toda a caixa que me colocam, por ser uma mulher negra, que cresceu em lugares à margem e etc, penso que o que venho fazendo até aqui, com meu trabalho é, antes de tudo, sobre memória. É claro que eu pinto a partir de quem eu sou, de onde eu vim e dos territórios que me constituíram. Essas experiências atravessam inevitavelmente as imagens. Mas meu interesse está menos em retratar um lugar específico e mais em investigar como as memórias individuais se tornam memórias coletivas. Acho que é justamente aí que meu trabalho encontra a obra dos três. As músicas falam de amor, amizade, cotidiano, festas, perdas, encontros e da vida coletivizada. São narrativas profundamente enraizadas na experiência brasileira e, ao mesmo tempo, capazes de despertar lembranças muito íntimas em cada pessoa. Nós viemos de contextos diferentes, pertencemos a gerações diferentes, mas existe um fio comum que atravessa essas histórias. Talvez esse fio seja justamente a memória, a afetividade e a forma como transformamos nossas vivências em linguagem. Foi muito emocionante perceber que minhas pinturas já carregavam esse diálogo antes mesmo de estarem naquele palco.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diferente da pintura estática na tela ou no papelão, o cenário de um grande show envolve movimento, luzes e o ritmo da música. Quais foram os maiores desafios técnicos e artísticos para fazer a sua pintura dialogar com a dinâmica do palco de um show de estádio/arena?</strong><br>Essa é uma pergunta que passa muito pelo trabalho do Batman Zavarese, que foi o grande artista responsável pela concepção visual do espetáculo. É ele quem pensa como as imagens, a iluminação, a música e o tempo de cada canção se encontram para construir a experiência cênica. Existe um trabalho de direção muito sofisticado por trás disso. No meu caso, a contribuição foi oferecer um conjunto de imagens que carregam uma potência narrativa e simbólica. A forma como essas pinturas passaram a ganhar movimento, dialogar com a luz e acompanhar o ritmo do show foi resultado desse olhar sensível da direção e de toda a equipe. Acho que o mais bonito dessa experiência foi perceber como uma pintura, que normalmente nasce para um tempo mais contemplativo, pode adquirir uma nova vida quando encontra a música. No palco, ela deixa de ser apenas uma imagem fixa e passa a existir como parte de um espetáculo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Trabalhar com música não é uma novidade para você. Você já fez parte da ocupação <em>IBORU</em>, de Marcelo D2, e em 2024 teve obras suas como parte do cenário da turnê de <em>40 anos</em> do Zeca Pagodinho. De que forma sua pesquisa visual acabou se conectando de maneira tão forte com o universo do samba e da música urbana?</strong><br>Eu acho que essa conexão acontece porque o samba nasce de uma experiência coletiva, de um modo de existir coletivamente no Brasil. E sinto que o meu trabalho também parte muito desse lugar. Para além de todas as questões que atravessam a minha pesquisa, eu penso muito sobre o coletivo. Penso no que é existir como uma mulher negra, mas não apenas dentro da ideia de comunidade enquanto território periférico. Falo da coletividade como aquilo que nos constitui enquanto povo. Eu me pergunto o que era existir para a minha mãe, para a minha avó, para quem me precedeu. O que significava viver naquele contexto? E tudo o que compõe essa experiência acaba aparecendo na pintura: os símbolos, as memórias, e consequentemente algumas das imagens que conectam outras pessoas. Quando colaboro com o Marcelo D2, em “Iboru”, que propõe essa ideia de um novo samba tradicional, quando faço parte da turnê de 40 anos do Zeca Pagodinho, que reúne a produção de toda uma vida, e agora de “O Maior Encontro do Samba”, acredito que existe justamente esse elo em comum. Mesmo sendo artistas de gerações diferentes e com trajetórias distintas, há um interesse compartilhado em pensar essas narrativas e trazer diferentes perspectivas sobre o que é existir no Brasil. No fundo, é também uma forma de coletivizar a memória. De tentar contar, cada um à sua maneira, um pouco do que é ser brasileiro. Claro, sempre a partir de um microcosmo, de um recorte específico, mas entendendo que essas pequenas histórias podem revelar algo maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ainda no campo da música, você assinou as pinturas do álbum <em>“Pelos olhos do mar – Lia &amp; Daúde”</em>. Como foi criar a identidade visual para o encontro dessas duas potências da música e o que você buscou transmitir nas telas para refletir a sonoridade desse disco?<br></strong>Nesse projeto, eu assinei as pinturas que compõem a identidade visual do álbum, enquanto o design ficou a cargo do Alexandre Caldeira, que fez um trabalho impecável ao construir esse diálogo entre as obras e a música. As pinturas utilizadas já faziam parte da minha produção. Eu não criei imagens inéditas para o álbum, mas foi muito bonito perceber como elas encontraram uma conversa tão natural com Pelos Olhos do Mar. Acho que esse encontro aconteceu justamente porque tanto a minha pesquisa quanto o trabalho da Lia de Itamaracá e da Daúde lidam, cada um à sua maneira, com memória, ancestralidade e imaginação. Foi uma honra poder colaborar com duas artistas tão importantes para a música brasileira e que também pavimentaram a forma que eu vejo o mundo, pois já as escutava  e admirava. São mulheres de outra geração, de outros territórios e de outras experiências, mas que também ajudam a pensar o que é ser brasileira a partir de perspectivas muito potentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Além dos palcos, você também já produziu trabalhos marcantes para o mercado editorial e fonográfico. Um exemplo disso é a sua coautoria nas pinturas do livro <em>“Chupim”</em>, de Itamar Vieira Junior (Editora Baião/Todavia). Como foi o processo de traduzir a literatura e as palavras de um dos maiores escritores do Brasil atual?<br></strong>Poder assinar a coautoria de “Chupim” ao lado do gigante Itamar Vieira Junior, um escritor e um ser humano que eu admiro profundamente, foi uma das maiores alegrias da minha carreira. Ter vivido essa experiência ainda jovem foi um privilégio enorme. Foi um processo muito desafiador, porque eu estava construindo uma narrativa visual ao lado de um dos maiores escritores brasileiros da atualidade. Ao mesmo tempo em que me senti muito honrada, também senti uma grande responsabilidade de estar à altura da potência do texto que ele havia criado. O Itamar foi genial ao escrever “Chupim”. Ele consegue abordar temas complexos, como o trabalho no campo, o trabalho infantil, as relações com a terra e as diferentes formas de existir, traduzindo tudo isso para as infâncias com muita sensibilidade. Ao mesmo tempo, ele nos convida a deslocar o olhar, a imaginar o mundo também a partir da perspectiva de um pássaro, do chupim, e isso amplia profundamente a narrativa. Traduzir essa literatura em imagens foi um grande desafio, mas também um enorme aprendizado. Ver Chupim nascer, ser recebido com tanto carinho e conquistar prêmios é muito emocionante. É um trabalho do qual tenho muito orgulho e que ocupa um lugar muito especial na minha trajetória. Também sou profundamente grata a toda a equipe da Baião/Todavia, que foi impecável durante todo o processo. Trabalhar com profissionais tão competentes, cuidadosos e respeitosos fez toda a diferença para que texto e imagens encontrassem um diálogo tão bonito.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Seja ilustrando um livro ou a capa de um álbum, o seu trabalho precisa dialogar diretamente com a criação de outro artista (um escritor ou músico). Como é para você esse exercício de criar sob a inspiração de uma outra obra de arte? Muda muito a sua liberdade criativa em relação às suas pinturas autorais do ateliê?</strong><br>No caso dos projetos fonográficos, eu não cheguei a criar obras inéditas. As pinturas utilizadas já faziam parte da minha produção e encontraram um diálogo com aqueles trabalhos. Já nos livros, o processo foi diferente. Criei imagens especificamente para essas publicações, como em &#8220;Chupim&#8221;, do Itamar Vieira Junior, na edição de &#8220;Memórias de um Sargento de Milícias&#8221;, da Antofágica, na capa de &#8220;Balanço Afiado&#8221;, do Allan da Rosa e Deivison Faustino, e também algumas capas das obras da Conceição Evaristo lançadas pela editora Malê no ano passado, além de um novo projeto que será lançado este ano pela editora Bazar do Tempo.<br>Mas, para mim, pensar a pintura a partir de textos já faz parte do meu processo criativo. É sempre um desafio, mas não é algo que esteja fora da minha prática. Eu já trabalho constantemente lendo e criando a partir de ideias, de conceitos e de outras linguagens. A série Black to the Future, por exemplo, nasce do título de um álbum de jazz. A própria ideia da série, o manifesto que ela propõe e muitas das questões que ela desenvolve surgem desse encontro. Depois, claro, meu trabalho ganha autonomia e constrói um corpo próprio, mas esse diálogo inicial já está presente. Da mesma forma, muitas pinturas autorais do meu ateliê também nascem da leitura. Já desenvolvi trabalhos a partir de ideias de textos da Lélia Gonzalez e, atualmente, estou desenvolvendo pinturas pensando as obras da Saidiya Hartman e da Christina Sharpe, escritoras que admiro profundamente. Por isso, quando surge um convite para dialogar com a obra de outro artista, eu não sinto que a minha liberdade criativa diminui. Pelo contrário. Eu começo a pensar: como posso contar essa história visualmente? Como posso interceptar essa mensagem e traduzi-la em imagem? É claro que a pintura será sempre uma leitura, uma interpretação, mas é justamente isso que torna esse processo tão instigante para mim. Tem uma frase da Clarice Lispector em Água viva que é bem simples mas que resume muito do que eu desejo quando eu olho pra uma ideia e penso em transformar na minha linguagem: “[…]Quero apossar-me do É da coisa”. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O seu trabalho transita por múltiplas mídias, incluindo pintura, fotografia, vídeo e xilogravura, com um olhar para temas como os corpos negros, o feminino e o maternar. Como essas diferentes técnicas se complementam na hora de construir o que você chama de um “diário imaginado”, misturando suas vivências pessoais e memórias familiares com a ficção e a fabulação? </strong><br>Olhando para a minha produção mais recente, eu tenho trabalhado principalmente com pintura e desenho. Mas gosto de pensar na liberdade de poder trazer cada ideia da forma que ela deva se manifestar, na mídia que for necessário. Acho que, quando queremos comunicar alguma coisa, cada obra pede uma forma própria de existir. Por isso, eu não penso muito nessas linguagens como algo que necessariamente se complementa. Penso que cada ideia encontra a materialidade de que precisa e forma e tempo próprio de nascer. Quando proponho um trabalho, não parto da pergunta “qual materialidade vou usar?”. Eu parto da ideia e vou entendendo qual linguagem faz mais sentido para ela. Às vezes, ela pede a pintura, outras vezes, a fotografia, em outros momentos, o vídeo ou até mesmo uma combinação dessas linguagens. É claro que, na pintura, eu parto muito do desenho, mas também das fotografias que faço, dos vídeos que assisto, das músicas que escuto, dos textos que leio. Tudo isso atravessa o processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sua trajetória transita por espaços muito diversos, desde mostras coletivas históricas no circuito nacional, como <em>“Dos Brasis”</em> (Sesc Belenzinho) e <em>“Funk”</em> (MAR), até a sua exposição individual internacional <em>“Lembranças inventadas”</em> na Itália. Ao mesmo tempo, sua arte ganhou as ruas no festival <em>NaLata</em> e ocupou o formato de cenários e projeções monumentais em palcos como a turnê de <em>40 Anos do Zeca Pagodinho</em>, a ocupação <em>IBORU</em> do Marcelo D2 e o <em>Festival Aliança Global do G20</em>. Como é para você equilibrar esses diferentes contextos? De que forma essa mudança de escala altera a recepção do público com a sua obra? </strong><br>Acho que uma coisa importante é entender que todos esses trabalhos citados partiram da pintura. Seja em exposições, em capas de livros, em cenografias ou em projeções monumentais, a linguagem que deu origem a tudo isso foi a pintura. No caso do Festival NaLata, por exemplo, foi um mural, mas ainda assim uma pintura. É muito bonito ver uma linguagem que, em geral, é pensada como algo estático, contemplativo, bidimensional, encontrando outros espaços e outras formas de existir. Ver a pintura dialogando com a música, com a literatura, com a cidade, com grandes exposições e com outros artistas é algo que me emociona muito. Ao mesmo tempo, acho que isso conversa diretamente com a forma como eu penso o meu trabalho. Eu pinto muito a partir de mim, daquilo que eu vivi, do que eu conheço e do que eu sinto. Eu só tento falar sobre aquilo que acredito compreender minimamente. Mas, enquanto faço isso, também estou o tempo inteiro pensando no coletivo: em quem veio antes de mim e nas histórias que nos atravessam. Então, quando a minha pintura passa a ocupar espaços que também são coletivos, sinto que existe uma espécie de fechamento desse ciclo. É como se aquilo que nasceu de uma experiência muito íntima encontrasse outras pessoas e outras histórias. Existe um eco, uma conversa que se completa. Isso me deixa muito feliz e muito grata. É bonito perceber que essa voz não está sozinha, que ela encontra outras vozes e outros modos de existir. Acho que, no fim, é justamente isso que faz sentido para mim: entender que uma experiência individual pode produzir uma conversa coletiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhe o trabalho de Manu Navas: https://www.instagram.com/navas_manuela/ </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Chico Chico une sofisticação e malandragem em tributo a Luiz Melodia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 15:51:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música e shows]]></category>
		<category><![CDATA[Rolês]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>
		<category><![CDATA[musica brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>
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					<description><![CDATA[Cantor e compositor fez show no Sesc Pinheiros, em São Paulo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/07/chico-1024x768.jpg" alt="Imagem atual: chico"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><br>Sempre achei que a obra de Luiz Melodia (1951-2017) deveria ser melhor aproveitada, mais ouvida e mais lembrada. Qualquer tributo a ele ainda parece pouco diante de sua grandeza, mas o que Chico Chico apresentou na tarde de domingo (12), no palco do Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros, esteve perfeitamente à altura desse legado. Onde há Chico Chico, a sensibilidade natural transborda, e assistir um artista da nova geração interpretar esse repertório de maneira tão respeitosa e emocionante só evidencia a potência eterna do poeta do Estácio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A leveza e simplicidade de Chico Chico e sua voz potente combinam perfeitamente com o universo de Melodia. Essa sintonia ficou evidente ao longo de uma hora de show, conduzido para uma plateia formada majoritariamente por um público maduro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O repertório foi um desfile de clássicos. Músicas como &#8220;Magrelinha&#8221;, &#8220;Vale Quanto Pesa&#8221; e &#8220;Estácio Holly Estácio&#8221; foram entoadas por uma plateia visivelmente emocionada. Chico Chico e a Banda Banda passearam com precisão pela sutil malandragem de &#8220;Farrapo Humano&#8221;, pelo suingue de &#8220;Ébano&#8221; e pela melancolia de &#8220;Congênito&#8221; e &#8220;Fadas&#8221;. Os arranjos traziam uma mistura marcante, incorporando elementos de bolero, reggae que davam uma nova identidade às faixas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre uma música e outra, o público soltava um grito elogioso a Chico, que retribuía pedindo que as pessoas levantassem para curtir e dançar. Houve também muitos pedidos por &#8220;Menino Bonito&#8221;, composição de Rita Lee, gravada pelo artista, que caiu no gosto do público. Chico não decepcionou. De maneira muito inteligente, ele incorporou a faixa no bis, brincando que tinha feito uma música para Melodia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A costura final perfeita ainda contou com a força de &#8220;Ninguém&#8221; e &#8220;Blues da Piedade&#8221;, de Cazuza , outra escolha que dialoga diretamente com o universo do homenageado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chico Chico não apenas cantou Luiz Melodia. Ele reviveu a sofisticação do morro e a poesia urbana que o consagraram. O show vespertino, que ganhou uma sessão extra na mesma noite, deixou a certeza de que a música brasileira, quando entregue em mãos tão talentosas, permanece irrepreensível.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja abaixo o setlist do show:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Magrelinha<br>Vale Quanto Pesa<br>Questão de Posse<br>Ébano<br>Pra Aquietar<br>Juventude Transviada<br>Estácio Holly Estácio<br>Estácio, eu e você<br>Congênito<br>Fadas<br>Veleiro Azul<br>Farrapo Humano<br>Negro Gato</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>BIS</strong><br>Ninguém<br>Menino Bonito<br>Blues da Piedade</p>
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		<title>Com espetáculo de timbres, Vanguart mostra maturidade e essência em novo show</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 16:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música e shows]]></category>
		<category><![CDATA[Rolês]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos SP]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Música Independente]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>
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					<description><![CDATA[Banda se apresentou na Casa Natura neste sábado (27)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-07.48.47-1024x768.jpeg" alt="Imagem atual: WhatsApp Image 2026 06 28 at 07.48.47" style="width:718px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><em><br>Imagem e texto de Larissa Duarte <br></em><br>Ver e ouvir Vanguart ao vivo nos últimos (muitos) anos, é perceber o tamanho da bagagem que eles carregam. No show mais recente da banda formada em Cuiabá, Mato Grosso, para divulgar o novo álbum ‘Estação Liberdade’ e que aconteceu nesse sábado (27) na Casa Natura, toda a sonoridade completa que a gente já conhece ganha corpo: Gaita, trompete, violino, piano, vozes e cordas que preenchem o palco de um jeito muito único. Não é só um show, é quase um espetáculo de timbres.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img decoding="async" width="600" height="1024" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-07.50.19-1-1-600x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-1483" style="aspect-ratio:0.5859466943579094;width:204px;height:auto" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-07.50.19-1-1-600x1024.jpeg 600w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-07.50.19-1-1-176x300.jpeg 176w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-07.50.19-1-1-768x1310.jpeg 768w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-07.50.19-1-1-900x1536.jpeg 900w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-07.50.19-1-1.jpeg 938w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption class="wp-element-caption">Crédito: Larissa Duarte</figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">O mais legal do repertório da noite foi notar o desenho da carreira deles ali na nossa frente. Dá     para perceber direitinho as “estações” amorosas pelos discos. Eles souberam transitar daquele rock meio experimental e do indie até os romances mais melosos que grudam na cabeça.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Em alguns momentos, o vocalista Helio Flanders comenta sobre a dificuldade de engajar nessa nova “era dos algoritmos” e que relações humanas ainda faziam toda a diferente na vida e na carreira da banda.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Grande parte da setlist foi mesmo o ‘Estação Liberdade’. O novo álbum trouxe um clima meigo e até um pouco etéreo para o palco. Aquele amor continua ali, mas agora parece mais leve, flutuante. Vanguart continua mudando, e o mais bonito é ver que eles fazem isso sem perder a própria essência.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><em><strong>Larrisa Duarte </strong>é radialista de formação, jornalista por vocação. Mergulhada no mundo da comunicação, conteúdo e entretenimento há mais de 10 anos. </em><br><em>Gênero favorito: músicas para chorar</em><br><br><strong>Siga @lariinsta e @thislarilife</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>O &#8220;Encontro&#8221; de milhões: Veja os melhores momentos do show de Alcione, Jorge Aragão e Zeca Pagodinho em São Paulo</title>
		<link>https://adrianadebarros.com.br/2026/06/22/o-encontro-de-milhoes-veja-os-melhores-momentos-do-show-de-alcione-jorge-aragao-e-zeca-pagodinho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 17:33:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música e shows]]></category>
		<category><![CDATA[Rolês]]></category>
		<category><![CDATA[alcione]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[jorge aragao]]></category>
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		<category><![CDATA[show]]></category>
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					<description><![CDATA[Apresentações aconteceram nos dias 20 e 21 de junho no NuBank Parque]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O_Maior_Encontro_do_Samba_@bmaisca-Show-Principal-Henrique__-6-1-1-1024x683.jpg" alt=""/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Crédito:  <a href="https://www.instagram.com/30ebr/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@30ebr&nbsp;</a>/&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/bmaisca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@bmaisca</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a definição de &#8220;patrimônio cultural&#8221; precisasse de uma imagem, ela certamente seria o palco de &#8220;O Maior Encontro do Samba&#8221;. Ver Alcione, Jorge Aragão e Zeca Pagodinho chegando de braços dados ao palco do NuBank Parque, zona oeste da capital paulista, é uma imagem para se guardar pra sempre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A noite do último domingo (21) se desenhou como uma viagem pelas páginas mais bonitas da nossa música. Jorge Aragão abriu os caminhos desfilando clássicos que fazem parte do DNA de qualquer sambista. Marrom arrepiou a plateia do primeiro ao último verso, mostrando por que sua voz é uma força inigualável. E para coroar a noite com chave de ouro, Zeca Pagodinho trouxe aquela energia que só ele tem, com seu carisma de boteco e um caminhão de hits cantados em uníssono. O ápice do entrosamento veio com a participação arrebatadora de Martinho da Vila, que trouxe seu axé e o balanço inconfundível de Vila Isabel para somar à festa. <br><br>Ao longo de duas horas de espetáculo, os veteranos se acomodaram em cadeiras no centro do palco, recriando a atmosfera intimista de uma autêntica roda de samba. Completamente à vontade, era como se estivessem na varanda de casa, jogando conversa fora e cantando entre amigos enquanto se intercalavam entre solos emocionantes e encontros em grupo. Tudo sob a batuta minuciosa de Pretinho da Serrinha. Mais do que a soma de repertórios impecáveis, o que se viu foi o afeto entre artistas que moldaram a história do país. Quem esteve lá, com certeza lavou a alma.<br><br>E o que se viu na plateia foi um verdadeiro encontro de gerações unido pela mesma pulsação. Jovens que herdaram o amor pelo samba e pessoas maduras que viveram a construção dessa história dividiam o mesmo espaço, cantando e celebrando, em uma só voz, um repertório que já faz parte da nossa trajetória. Sob uma chuva de papel colorido, o trio deixou o palco ovacionado, coroando uma noite inesquecível. Quem esteve lá, com certeza lavou a alma.<br><br>Veja as fotos do show pelo clique de&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/30ebr/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@30ebr&nbsp;</a>/&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/bmaisca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@bmaisca</a>:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhe a turnê por&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/encontro.samba/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@encontro.samba</a><br><br>Ingressos da turnê:&nbsp;<a href="https://www.eventim.com.br/campaign/omaiorencontrodosamba" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.eventim.com.br</a></p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" data-id="1462" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-22-at-15.50.16-1024x682.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026 06 22 at 15.50.16" class="wp-image-1462" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-22-at-15.50.16-1024x682.jpeg 1024w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-22-at-15.50.16-300x200.jpeg 300w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-22-at-15.50.16-768x512.jpeg 768w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-22-at-15.50.16-1536x1023.jpeg 1536w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-22-at-15.50.16.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Edyelle Brandão antecipa novo álbum com show dedicado a divas do pop e R&#038;B no Bona, em São Paulo</title>
		<link>https://adrianadebarros.com.br/2026/06/17/edyelle-brandao-antecipa-novo-album-com-show-dedicado-a-divas-do-pop-e-rb-no-bona-em-sao-paulo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 01:40:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rolês]]></category>
		<category><![CDATA[Música e shows]]></category>
		<category><![CDATA[Bona Casa de Música]]></category>
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					<description><![CDATA[Com direção de Sté Reis, cantora se apresenta neste sábado (20), às 21h]]></description>
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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/edyelle-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-1423" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/edyelle-1024x576.jpg 1024w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/edyelle-300x169.jpg 300w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/edyelle-768x432.jpg 768w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/edyelle-1536x864.jpg 1536w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/edyelle.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Crédito: Divulgação</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você acompanha a música brasileira contemporânea, é muito provável que já tenha ouvido o trabalho de Edyelle Brandão. Após circular pelos bastidores como diretora vocal e backing vocal de artistas como Liniker, Luedji Luna, Negra Li e Thiaguinho, a cantora baiana assume o centro do palco no dia 20 de junho (sábado), no Bona Casa de Música, em São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O show, com direção da talentosa Sté Reis, foi pensado como uma homenagem às grandes vozes femininas do pop e do R&amp;B atual. No repertório, Edyelle apresenta releituras de músicas de Beyoncé, Whitney Houston, Demi Lovato, Yebba e Olivia Dean, conectando o público pela força da performance e pelas novas sonoridades desses gêneros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A apresentação também serve como um aquecimento para o lançamento de &#8220;Você Vê?&#8221;, o primeiro álbum autoral da cantora, previsto para o segundo semestre de 2026. O projeto vai misturar MPB contemporânea, R&amp;B e referências da música negra, marcando uma nova fase em sua carreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Semifinalista do The Voice Brasil em 2019, Edyelle consolidou sua trajetória no teatro musical em produções como &#8220;Dreamgirls&#8221; e &#8220;Rua Azusa&#8221;, e atualmente integra o elenco do espetáculo &#8220;Showbar&#8221;, no Marte Hall. Mais recentemente, esteve na banda de mulheres da rapper Duquesa no especial para o Tiny Desk Brasil. Para a cantora, o show no Bona tem um significado afetivo, já que se trata de cantar artistas que a ensinaram sobre coragem e presença de palco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O endereço escolhido para a apresentação acompanha o momento da artista. O Bona Casa de Música, localizado no Sumaré, vem se firmando como um dos principais pontos de encontro da nova cena paulistana, reconhecido justamente pela proximidade entre o palco e o público.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviço</em><br><strong>Edyelle Brandão — Divas Pop &amp; R&amp;B Session</strong><br><strong>Onde:</strong> Bona Casa de Música &#8211; R. Dr. Paulo Vieira, 101 &#8211; Sumaré, São Paulo<br><strong>Quando:</strong> 20 de junho de 2026 &#8211; sábado, às<br><strong>Ingressos:</strong> <a href="https://www.eventim.com.br" target="_blank" rel="noopener">https://www.eventim.com.br</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>São Paulo sedia festival de cinema com filmes sobre Boy George, Iron Maiden e cena punk do ABC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 20:13:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rolês]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>
		<category><![CDATA[punk rock]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>
		<category><![CDATA[Show em São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[In-Edit Brasil - Festival Internacional do Documentário Musical se consolida em 2026 como o mais importante e aguardado evento do gênero no país]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sequence-14_3-1024x576.jpg" alt="Sequence 14 3" class="wp-image-1417" srcset="https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sequence-14_3-1024x576.jpg 1024w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sequence-14_3-300x169.jpg 300w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sequence-14_3-768x432.jpg 768w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sequence-14_3-1536x864.jpg 1536w, https://adrianadebarros.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sequence-14_3.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Crédito: Divulgação</strong></figcaption></figure>
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<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">O In-Edit Brasil &#8211; Festival Internacional do Documentário Musical se consolida em 2026 como o mais importante e aguardado evento do gênero no país. Em sua 18ª edição, o evento acontece de 17 a 28 de junho, em São Paulo. Os filmes serão exibidos nas salas tradicionais como o CineSesc, a Cinemateca Brasileira e o Cine Bijou, além de oferecer exibições online e gratuitas para todo o Brasil pelas plataformas Spcine Play, Itaú Cultural Play e Sesc Digital.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Entre as grandes estreias nacionais do festival, o público poderá acompanhar a gravação de um álbum de rap sob a mentoria de Edi Rock e Gaspar Z’África em &#8220;Entre o Sucesso e a Lama&#8221;, além de mergulhar na profunda imersão religiosa guiada por Mateus Aleluia em &#8220;Pontos de Força&#8221;. A vanguarda também ganha espaço com as homenagens à pioneira da música eletrônica Jocy de Oliveira e ao cravista Roberto de Regina, que compartilha seu legado aos 97 anos de idade. Histórias marcantes sobre o mítico palco do Canecão e a trajetória inovadora do grupo Mestre Ambrósio completam um panorama que ainda celebra ícones como Dona Onete, Alceu Valença, Baby do Brasil, Odair José e a lendária parceria de Airto Moreira e Flora Purim.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">No cenário internacional, os holofotes se voltam para trajetórias que moldaram a cultura pop mundial. A grande noite de abertura, no dia 17 de junho no CineSesc, traz a exibição gratuita do inédito Fugs Film!, com a presença do diretor Chuck Smith para contar a história da primeira banda underground de Nova York. A partir daí, a programação internacional abre as portas para documentários inéditos sobre Boy George &amp; Culture Club, o lendário jazzista Sun Ra, o blues de Big Mama Thornton e o cubano Pablo Milanés. Os fãs de rock pesado também têm encontro marcado com a história de Paul Di’Anno, o primeiro vocalista do Iron Maiden, e com a irreverente homenagem ao diretor Rob Reiner através do clássico cult This Is Spinal Tap.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">O In-Edit Brasil expande a experiência das telas para as ruas com uma programação paralela fervilhante de shows e debates. Entre os destaques musicais, Odair José se apresenta na Casa Natura Musical, Fernanda Abreu festeja os 30 anos do álbum Da Lata no Cine Joia e os norte-americanos do Redd Kross fazem sua aguardada estreia em palcos brasileiros. A cantora Alaíde Costa também celebra seus 90 anos com uma apresentação íntima na Casa de Francisca, logo após a exibição do filme que acompanha sua busca por reconhecimento histórico nos Estados Unidos. Para completar o clima de celebração, debates gratuitos ocupam a Matilha Cultural e a tradicional Feira de Vinil ganha a Cinemateca Brasileira no domingo, dia 21 de junho.</p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">O acesso aos filmes é gratuito na grande maioria das salas e no streaming — com exceção do CineSesc, que opera com ingressos promocionais a dez reais. Os ingressos gratuitos de cinema devem ser retirados sempre uma hora antes de cada sessão nas bilheterias locais. <br><br>Para conferir a grade completa de horários, locais dos shows e a programação online, visite o site oficial do festival em <a href="https://br.in-edit.org/" data-type="link" data-id="https://br.in-edit.org/" target="_blank" rel="noopener">www.in-edit-brasil.com</a> e monte o seu roteiro.</p>



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